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Agência dos Correios na região aderem parcialmente à greve

Matéria publicada em 12 de março de 2018, 12:28 horas

 


Paralisação começou nesta segunda-feira; greve visa melhorias para a população

Serviço: Greve acontece por tempo indeterminado - Paulo Dimas

Serviço: Greve acontece por tempo indeterminado – Paulo Dimas

Volta Redonda – Os Correios da região aderiram parcialmente à greve, como nos outros 20 estados do país. As agências de Volta Redonda funcionaram normalmente nesta segunda (12), com os serviços de atendimento, de entrega e envio de mercadorias. Segundo o presidente do Sindicato Estadual dos Trabalhadores (SINTECT-RJ), Ronaldo Martins, a greve teve 80% de adesão no Rio de Janeiro.
– Nós estamos lutando pela defesa do plano de saúde, pela segurança, melhores condições de trabalho, concurso público, pois temos um déficit de 800 trabalhadores no Rio de Janeiro. Na região Sul Fluminense 35% aderiram, como é o caso de Barra do Piraí e Volta Redonda, onde somente as agências estão funcionado”, explicou o presidente.
A reivindicação tem como principal motivo à alteração no Plano de cargos como também o plano de carreiras e salários (PCCS), terceirização na área de tratamento, a privatização da estatal, suspensão das férias dos trabalhadores. Outras reivindicações seriam a extinção do diferencial de mercado, contratação de novos funcionários via concursos público, segurança, fim dos planos de demissão, descumprimento da cláusula 28 do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT), que trata da assistência médica da categoria, e contra a redução do salário da área administrativa.
Em nota a Coordenação de Comunicação dos Correios no Rio de Janeiro, informou que a greve é um direito do trabalhador. Mas que um movimento dessa natureza, neste momento, serve apenas para agravar ainda mais a situação delicada pela qual passam os Correios e afeta não apenas a empresa, mas também os próprios empregados. “Esclarecemos à sociedade que o plano de saúde, principal pauta da paralisação anunciada para esta segunda-feira (12) pelos trabalhadores, foi discutido exaustivamente com as representações dos trabalhadores, tanto no âmbito administrativo quanto em mediação pelo Tribunal Superior do Trabalho e que, após diversas tentativas sem sucesso, a forma de custeio do plano de saúde dos Correios segue, agora, para julgamento pelo TST”, explicou, salientando ainda que a empresa aguarda uma decisão conclusiva por parte daquele tribunal para tomar as medidas necessárias. “Não conseguimos sustentar as condições do plano, concedidas no auge do monopólio, quando os Correios tinham capacidade financeira para arcar com esses custos”, esclareceu.

 

5 comentários

  1. Normalmente mal, certo. Os Correios precisa ser privatizado..serviço horrível. A empresa q assumir, recontrata os carteiros e dá um fim nesse sindicato q so faz baderna todos os anos.

  2. Em minha residência e de muitos que conheço Correios em VR já está de greve faz uns 5 meses, porque não chega absolutamente nada em minha casa.

  3. As agencias dos correios de Volta Redonda podem parar a qualquer momento. Pois nos atende mau nos guiches, são preguiçosos para trabalhar, atendem como se tivessem fazendo um favor, uma agencia suja, desorganizada e com pessoal totalmente despreparado. Tem um na agencia do Aterrado que o negocio dele é ficarv contando dinheiro, toda hora sai do guiche e nada faz. Eu queria que estivessem em greve, pois assim, seria mais um dos muitos motivos para adiantar a privatização. Chega de estatal que só geram emprego e nada fazem.

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