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Barra Mansa decreta Estado de Alerta em função da chegada da temporada de chuvas

Matéria publicada em 6 de dezembro de 2017, 18:19 horas

 


Medida entrou em vigor no dia 1º de dezembro e segue até 31 de março de 2018

Barra Mansa – O prefeito de Barra Mansa, Rodrigo Drable, decretou no último dia 1º, Estado de Alerta no município, em decorrência da chegada do período de chuvas fortes, típicas do verão. A medida, de caráter preventivo, se estende até o fim de março e envolve todos os setores da administração municipal, principalmente a Coordenadoria de Defesa Civil, subordinada à Secretaria de Ordem Pública, a Superintendência de Obras e Serviços Públicos, Planejamento Urbano, Assistência Social e Direitos Humanos, Desenvolvimento Rural e Saae (Serviço Autônomo de Água e Esgoto).

De acordo com o coordenador da Defesa Civil, Sérgio Mendes, o Plano de Ação e Reposta a Desastre e Assistência tem a finalidade de atuar  em situações de anormalidade que ocorrerem no município. “Uma das especificidades de Barra Mansa está relacionada ao número de residências construídas à beira dos Rios Bananal, Barra Mansa e Paraíba do Sul. Na temporada de chuvas, esses moradores sofrem com os constantes alagamentos. Com a intenção de minimizar os estragos provocados, a Defesa Civil monitora o nível dos Rios Barra Mansa e Bananal e recebe informações de Furnas sobre o nível do Paraíba do Sul, bem como do nível de vazão da Represa do Funil, em Resende. Assim, avisamos aos moradores sobre eventuais incidentes que possam vir a ocorrer, com a utilização de carros de som e da própria imprensa”, explicou Sérgio.

O coordenador ainda explicou que em casos de situações de anormalidades, a população deve buscar um lugar seguro e entrar em contato imediatamente com a Defesa Civil pelo telefone 199. “Em primeiro lugar é necessário garantir a vida. Em seguida acionar a Defesa Civil para que possamos tomar as providências  necessárias, ressaltou Sérgio, lembrando que o Plano de Ação conta com apoio de duas retroescavadeiras, dois caminhões basculantes, duas caminhonetes e um caminhão pipa.

Reunião

Na tarde desta terça-feira (5), foi realizada no Rio de Janeiro, reunião entre coordenadores municipais da Defesa Civil e o comando estadual do órgão. No encontro foi debatido o Plano de Ação para a Redução de Desastres Ambientais. “Discutimos sobre as atividades padrões de assistência em casos de catástrofes e necessidade de agilizar o processo de informação tanto para a população como entre os órgãos da Defesa Civil”, detalhou Sergio.

Ainda durante a reunião foi apresentado o trabalho de enfrentamento à enchentes realizado em uma escola da rede estadual, instalada próximo às margens de um rio. A experiência deve ser repassada as outras unidades escolares em situação semelhante.

Com relação à desativação dos serviços de alerta de chuvas – as sirenes, Sérgio Mendes disse que por conta da crise financeira vivida no Rio de Janeiro, o Governo do Estado não renovou o contrato com a empresa responsável pela manutenção dos equipamentos. As sirenes foram desativadas em vários municípios em março de 2016.

5 comentários

  1. O ministério da cidade recomendou aos Estados e municípios a venda de operadoras de água e esgoto para equilibrar finanças , para investimentos na rede e eliminação de dívidas investimentos em infraestrutura….A água em barra mansa graças a péssima administração do Jonas aumentou a água em 350,% nos últimos 4 anos, portanto a exemplo de Resende, bananal e outros municípios, vamos privatizar o SAAE…

  2. A população de Barra Mansa sabe que este prefeito está querendo vender o SAAE ? O que será feito dos servidores ? População, não haverá mais chove não molha por tarifas de água, cortes !

    • O SAAE que cobra serviço de esgoto sem fornecê-lo? Ahhhhh que pena! #Vendetudo

    • Morador de Barra Mansa

      Tem mais é que vender, poder público não tem que controlar água, pois
      não tem competência para isso.
      Vamos viver num mundo moderno e produtivo.
      Chega de cabide de empregos.

  3. Como desativar um serviço de emergência? Ou não era emergencial (foi usado para enriquecer políticos) ou quem avaliou essa necessidade é um incompetente ou estes irresponsáveis não têem a população como importante para eles e por isso trocam o investimento por suas necessidades

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