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Dia da Igualdade Racial: Dagaz expõe ‘A Cozinha dos Quilombos’ na OAB-VR

Matéria publicada em 19 de março de 2017, 15:41 horas

 


Projeto de pesquisa desenvolvido pelo instituto rendeu fotos e um livro sobre o tema

Projeto de pesquisa desenvolvido pelo instituto rendeu fotos e um livro sobre o tema

Volta Redonda – No Dia Internacional da Igualdade Racial, 21 de março, terça-feira, a exposição fotográfica do livro “A Cozinha dos Quilombos: Sabores, Territórios e Memórias” estará na sede da OAB de Volta Redonda.

A mostra do Instituto Dagaz poderá ser conferida a partir das 18 horas, no auditório, onde acontece a mesa redonda “Desigualdade étnico-racial, direitos e cidadania: um olhar jurídico social”.
Com intuito de identificar histórias, culturas e costumes culinários, o livro e a exposição fotográfica são resultados de um projeto de pesquisa, desenvolvido pelo Instituto Dagaz, em 2014. Foram mapeadas e visitadas 29 comunidades quilombolas no estado do Rio de Janeiro. A exibição é composta por obras dos fotógrafos Davy Alexandrisky, Wallace Feitosa, Fred Borba e Lidiane Camillo.

– É muito importante poder estar dentro da OAB, dando visibilidade às comunidades quilombolas. Essas comunidades merecem nosso respeito e nosso olhar, pois eles nos remetem a memórias muito fortes para a história deste país – destacou a coordenadora de Programação, Renata Ferreira.

O projeto do livro foi impulsionado pela Lei de Incentivo à Cultura, do Estado do Rio de Janeiro, e obteve patrocínio da Concessionária de Energia Light. Além disso, em 2015, o livro também recebeu o prêmio de Cultura Afro-Fluminense promovido pela Secretaria de Estado de Cultura, em parceria com a Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (SEPPIR-PR).

Prêmio Ponto de Memória

Em turnê 2016/2017, pelo cumprimento do edital do Ministério da Cultura – Ibram (Instituto Brasileiro de Museus), “A Cozinha dos Quilombos”, através da ONG, foi contemplado em 2014, com reconhecimento nacional de Ponto de Memória.

O prêmio busca reconhecer iniciativas de práticas museais e de processos dedicados à memória social que se identifiquem com a perspectiva da museologia social, da diversidade sociocultural e da sustentabilidade. É voltado para grupos étnicos-culturais tais como indígenas, afrodescendentes, ciganos, ribeirinhos, quilombolas, rurais, urbanos, de periferia, cultura litorânea, comunidades brasileiras no exterior, entres outros.

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