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Grupo Cutucurim completa 30 anos de estrada

Matéria publicada em 6 de setembro de 2017, 07:10 horas

 


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No dia 20 de setembro o Grupo Cutucurim está completando 30 anos de existência e para celebrar esse momento histórico os integrantes do grupo, diante de todas as dificuldades que vieram enfrentando nos últimos quatro anos, se propuserem a comemorar da melhor forma possível: apresentando e oferecendo oficinas de demonstração de trabalho.

A festividade dos 30 anos começará no dia 21 de setembro, quinta-feira, e segue até dia 23, sábado, no Centro Cultural Theóphilo Massad (CCTM), Centro de Angra dos Reis. Serão três dias de comemorações que contarão com duas oficinas, uma apresentação teatral e uma exposição sobre a trajetória do grupo ao ar livre.

 

Programação:

Dia 21/09 (quinta-feira) – 18h às 21h

Oficina de Teatro: O Ator No Espaço Aberto

Investimento: R$ 10 h/a (R$ 30)

Número de vagas: 20 integrantes

As inscrições podem ser feitas pelo e-mail (jvnovaes_teatro@hotmail.com)

 

Dia 22/09 (sexta-feira) – 18h às 21h

Oficina de Teatro: Onde Cheguei Tá Chegado – o processo de construção e linguagem  dos espetáculos do grupo

Investimento: R$ 10 h/a (R$ 30)

Número de vagas: 20 integrantes

As inscrições podem ser feitas pelo e-mail (jvnovaes_teatro@hotmail.com)

 

Dia 23/09 (sábado) – 20h – Apresentação

‘O piolho, a caolha, a morte e as 4 irmãs que não deveriam falar’

Ingresso: R$ 10 (meia) e R$ 20 (inteira)

Exposição: Pelos palcos e ruas: 30 anos de história – 17h as 21h

 

Sobre o espetáculo

O espetáculo “O piolho, a caolha, a morte e as 4 irmãs que não deveriam falar” com premiação em diversos festivais e mais de três temporadas no Rio de Janeiro e participação de circulações de teatro por várias cidades do Estado do Rio, fala sobre histórias divertidas e fabulosas, como a menina que cria um piolho, o segredo de uma mulher caolha, uma jovem menina que chora de saudade do irmão e quatro irmãs que quando falavam era um desastre.

É baseado em contos populares a partir da pesquisa na obra de Câmara Cascudo. Pequenas histórias que destacam a identidade brasileira em sua própria essência através de seus contos.

 

Ficha técnica:

Texto e Direção: Ribamar Ribeiro

Elenco: Flaviana Ayres, João Vitor Novaes, Letícia Mendes, Lincoln Glauber, Márcia Brasil, Maykon Renan e Monique Eucário

Op. de Iluminação/standin: Elaine Alves

 

A história do grupo

Grupo Cutucurim, águia real em tupi-guarani, é uma palavra indígena, que busca uma liberdade intensa, um voo sem fim; surgiu em 1987, sendo um legítimo representante da essência do fazer teatral. A partir de 2003, com uma nova formação, buscou uma total interação com as diferentes formas e linguagens do dito popular. Montaram diversos espetáculos ganhando projeção nacional e internacional, e recebendo mais de 70 prêmios e mais de 100 indicações pelos festivais e mostras de teatro. A partir de 2011 passa a organizar o Encontro Nacional de Teatro de Rua de Angra dos Reis, com patrocínio dos principais editais públicos de cultura.

No palco: Espetáculo que viajou para mais de 20 cidades do Brasil volta em cartaz em Angra durante as comemorações dos 30 anos do Cutucurim (Foto: Daniel Silva)

No palco: Espetáculo que viajou para mais de 20 cidades do Brasil volta em cartaz em Angra durante as comemorações dos 30 anos do Cutucurim (Foto: Daniel Silva)

 

Cia Lunáticos estreia novo espetáculo

Nos dias 16 e 17 de setembro, às 19h e às 17h, respectivamente, a Cia Lunáticos irá apresentar o espetáculo “Meu Pedaço de Chão”, no Teatro Municipal de Angra dos Reis, localizado no CCTM. Os ingressos podem ser adquiridos diretamente com um dos atores do elenco, que é composto por André Souza, Micaella Quintanilha, Ana Vitória Lira, Ana Paula Ruhem, Lúcio Júnior, Raiane Cristino e Renato Romero.

Os diretores dessa montagem são Beatriz Novaes e Renato Romero que assinam pela primeira vez uma direção teatral. Renato disse empolgado que em 2017 viajou para São Paulo em busca de aprendizagem no mundo da arte como ator e diretor. “Aprendi bastante, porém, tenho muito que aprender ainda. Desde então os aprimoramentos que obtive foram para respirar teatro e artes cênicas, foi aí que comecei à ter coragem para retomar as atividades da Cia Lunáticos, que estavam paradas desde novembro de 2016”.

Foram três meses de processo interno investigando o tema do espetáculo: tráfico internacional humano.

Vamos prestigiar o trabalho da companhia Lunática e pensar junto com eles sobre esse tema de ordem tão importante.

‘Meu Pedaço de Chão’: Diretores dessa montagem são Beatriz Novaes e Renato Romero que assinam pela primeira vez uma direção teatral (Foto: Divulgação)

‘Meu Pedaço de Chão’: Diretores dessa montagem são Beatriz Novaes e Renato Romero que assinam pela primeira vez uma direção teatral (Foto: Divulgação)

 

 

JOÃO VITOR MONTEIRO NOVAES  | joao.vitor@diariodovale.com.br

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