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Representantes da Apadefi e CAPC comentam sobre acessibilidade

Matéria publicada em 4 de dezembro de 2017, 09:43 horas

 


Volta Redonda ainda precisa de melhor acessibilidade

Volta Redonda – Neste domingo (3) foi celebrado o Dia Internacional da Pessoa com Deficiência. Apesar de alguns avanços em relação à acessibilidade, muita coisa ainda precisa ser feita. Pelo menos é essa a opinião de representantes da Apadefi (Associação de Pais e Amigos dos Deficientes Físicos) e do CAPC (Centro de Atendimento à Pessoa com Deficiência) de Volta Redonda.

A diretora da Apadefi, Rosângela Oliveira Simeão, afirmou que a cidade oferece um bom atendimento aos deficientes, mas ainda há carências para serem supridas.

– Tudo que a entidade pede à prefeitura tem sido atendido. Apesar de algumas melhorias e avanços em termos de acessibilidade, ainda observamos muitas calçadas em péssimo estado de conservação e ainda temos poucas rampas para deficientes em lugares públicos. As pessoas ainda não têm consciência e respeito aos direitos de pessoas com deficiência, vagas para deficientes ainda são ocupadas e alguns lugares públicos ainda não têm rampas e nem banheiros para este tipo de público. Muita coisa melhorou nos últimos anos, mas a acessibilidade ainda está precária em alguns setores – lamentou.

A Apadefi atende atualmente cerca de 200 pessoas, independente da faixa etária, com fisioterapia, hidroterapia, psicologia, fonoaudiologia, terapia ocupacional, pilates, estimulação precoce, RPG e apoio educacional especializado.

Na opinião de Elizabeth Melo, coordenadora do CAPC (Centro de atendimento à pessoa com deficiência) e atual presidente do Compede (Conselho Municipal de Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência), há um envolvimento maior de toda a sociedade em atender as necessidades dos deficientes.

– Mas quando falamos de pessoas com deficiência devemos lembrar que a nossa preocupação não deve ficar somente na acessibilidade, mas pensar também na necessidade educacional, social, de saúde e econômica desse público – destacou.

Segundo a coordenadora do CAPD, já é possível identificar uma mudança grande na presença da pessoa com deficiência na convivência diária com a população, o que com certeza vai facilitar no processo de inclusão do deficiente em todos os ambientes sociais. “Volta Redonda é referência, não só na região, mas como também no estado e tem feito um bom trabalho”, concluiu.

Desafios e conquistas: Neste domingo, dia 3, se comemora o Dia Internacional da Pessoa com Deficiência

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