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terça-feira, 14 de agosto de 2018

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Mercado financeiro reduz projeção de inflação deste ano para 3,67%

Matéria publicada em 12 de março de 2018, 10:08 horas

 


A projeção está mais distante do centro da meta de 4,5% (crédito AB)

A projeção está mais distante do centro da meta de 4,5% (crédito AB)

Bras√≠lia – O mercado financeiro reduziu pela sexta semana seguida a estimativa para a infla√ß√£o este ano. A expectativa do mercado para √ćndice Nacional de Pre√ßos ao Consumidor Amplo (IPCA), desta vez, passou de 3,70% para 3,67%, de acordo com o Boletim Focus, publica√ß√£o divulgada todas as semanas pelo Banco Central (BC), elaborada com base em pesquisa sobre os principais indicadores econ√īmicos.

A projeção está mais distante do centro da meta de 4,5%, mas acima do limite inferior de 3%. Para 2019, a estimativa para a inflação caiu, pela segunda semana consecutiva, ao passar de 4,24% para 4,20%, abaixo do centro da meta de 4,25%.

Na √ļltima sexta-feira (9), o Instituto Brasileiro de Geografia e Estat√≠stica (IBGE) informou que a infla√ß√£o oficial, medida pelo √ćndice Nacional de Pre√ßos ao Consumidor Amplo (IPCA), ficou em 0,32% em fevereiro, o menor √≠ndice para o m√™s desde o ano 2000 (0,13%).

Nesse cenário de inflação baixa e economia se recuperando, o mercado financeiro espera que a taxa básica de juros, a Selic, seja reduzida em 0,25 ponto percentual, de 6,75% para 6,50% ao ano, neste mês. A Selic é o principal instrumento do Banco Central para alcançar a meta de inflação. Quando o Copom aumenta a Selic, o objetivo é conter a demanda aquecida, e isso gera reflexos nos preços, porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Quando o Copom diminui os juros básicos, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação.

De acordo com a previs√£o das institui√ß√Ķes financeiras, a Selic encerrar√° 2018 em 6,50% ao ano e subir√° ao longo de 2019, terminando o per√≠odo em 8% ao ano. A estimativa para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), a soma de todos os bens e servi√ßos produzidos no pa√≠s, deste ano, caiu de 2,90% para 2,87%. Para 2019, a proje√ß√£o √© mantida em 3% h√° seis semanas consecutivas.

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