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Equipes encontram 16 corpos no mar da Tailândia após naufrágios

Matéria publicada em 6 de julho de 2018, 07:59 horas

 


Pequim – As equipes de resgate retiraram, nesta sexta-feira (6), 16 corpos do mar no sul da Tailândia, subindo com isso para 17 o número de mortos, enquanto seguem as buscas por 41 desaparecidos nos dois naufrágios de ontem, próximo a Phuket, um dos principais destinos turísticos do país. Além disso, 11 pessoas ficaram feridas, duas em estado grave, segundo o governador da província de Phuket, Norapat Plodthong.

O tailandês Thitichai Siemlek, secretário do governador, confirmou à Agência EFE que os corpos foram encontrados pelas equipes, ao retomar as buscas hoje, com a participação de especialistas da Marinha e da polícia. Ontem, foi encontrado o primeiro corpo, de um cidadão chinês.

Quase todos desaparecidos eram do Phoenix PD Diving, uma embarcação dedicada ao mergulho que levava 105 pessoas a bordo, 93 turistas chineses e 12 tailandeses membros da tripulação, quando afundou nas proximidades da ilha de Hae (coral), localizada a cerca de 10 quilômetros ao sul de Phuket. Apenas dois desaparecidos, um chinês e um tailandês, eram do iate Sereneta, que transportava 35 turistas, um guia, um fotógrafo e uma tripulação formada por cinco tailandeses.

Esse iate naufragou nas águas da ilha de Mai Ton, a sudeste de Phuket. Os dois naufrágios ocorrem durante fortes ondas e chuvas.

China

O Ministério de Exteriores da China informou que 47 cidadãos de seu país continuam desaparecidos em consequência dos naufrágios. Um total de 127 dos ocupantes eram chineses, dos quais dois morreram, 78 foram resgatados e 47 continuam desaparecidos, detalhou Lu Kang, porta-voz de Exteriores, em entrevista coletiva. Ele acrescentou que os acidentes “ainda estão sendo esclarecidos e que o número de vítimas continua sendo atualizado”.

As autoridades chinesas abriram um protocolo de emergência, criaram uma linha telefônica para informações e enviaram à região uma equipe de especialistas de várias agências oficiais para cooperar com as autoridades e ajudar as vítimas, acrescentou o porta-voz.

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