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Devagar

Matéria publicada em 4 de Fevereiro de 2018, 20:01 horas

 


O posto de saúde do bairro Vila Rica/Três Poços, em Volta Redonda, estava aberto durante todo o sábado (03) para vacinar os moradores contra a febre amarela.

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E teve uma procura considerada pequena. Menos de trinta pessoas durante o dia inteiro.

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Isso poucos dias depois de terem se formado enormes filas em frente à unidade de saúde, em busca da mesma proteção.

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A pouca procura pode ter um motivo positivo: quase todos os moradores já se vacinaram.

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Mas pode ser também que as pessoas estejam se esquecendo do perigo.

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O que seria uma péssima notícia, porque o risco é alto e continua presente.

 

De olho nos juros

Pouco mais de um mês depois de reduzir os juros básicos para o menor nível da história, o Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) faz a primeira reunião de 2018 esta semana para definir os rumos da Taxa Selic. A expectativa de instituições financeiras é que os juros caiam de 7% para 6,75% ao ano.

 

Corte

Se a expectativa se confirmar, será o 11º corte seguido na taxa básica. Em dezembro, o Copom reduziu, por unanimidade, a Selic em 0,5 ponto percentual, de 7,5% para 7% ao ano, o menor nível da história.

 

Recorde anterior

Anteriormente, o recorde inferior da taxa Selic havia sido registrado de outubro de 2012 a abril de 2013, quando a taxa ficou em 7,25% ao ano. Em seguida, a taxa foi reajustada gradualmente até alcançar 14,25% ao ano em julho de 2015, patamar mantido nos meses seguintes. Somente em outubro de 2016, o Copom voltou a reduzir os juros básicos da economia.

 

Inflação

Apesar da expectativa do mercado financeiro de nova redução dos juros, o ex-diretor do Banco Central (BC) Carlos Eduardo Freitas diz que o ideal seria a autoridade monetária manter os juros básicos em 7% ao ano e esperar a próxima reunião, no fim de março, para decidir se baixará os juros. Segundo ele, a taxa real – diferença entre a Selic e a inflação – está baixa, e uma nova redução traria o risco de a inflação ter uma leve alta.

 

Pressão

“Minha impressão é que o Banco Central não tem espaço para cortar mais 0,25 ponto percentual da Selic. Isso pressionaria a demanda, que pode ficar em excesso num momento de recuperação econômica e resultar na elevação de preços lá na frente. Eu preferiria esperar até março para ver se a economia vai se firmar para decidir se é possível uma nova redução”, diz Freitas.

 

Mercado

A expectativa do mercado financeiro é que a inflação, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), termine este ano em 3,95%, abaixo do centro da meta de, 4,5%. Para o ex-diretor do Banco Central, também não existem motivos para o Banco Central aumentar os juros, mesmo com as seguidas altas nos preços dos combustíveis. “Os combustíveis têm peso fraco no IPCA. O índice de inflação é uma média e é importante lembrar que os demais preços estão sob controle. Não vai existir uma supersafra este ano, mas isso não significa que os preços dos alimentos vão subir”, acrescenta.

 

Câmbio

Apesar de recentes oscilações do dólar, Freitas diz que não existe uma pressão do câmbio sobre os preços no momento. Ele ressalta que o quadro pode mudar dependendo da economia internacional e das tensões eleitorais no Brasil, mas hoje considera remota a possibilidade de alta na Selic nos próximos meses. “Nem existe uma pressão cambial. O dólar está comportado. Na verdade, os fatores externos estão neutros este ano, o que não justificaria um aumento de juros neste e nos próximos meses”, acrescenta.

 

Sem visita

O programa de visitação ao Congresso Nacional será suspenso na próxima segunda-feira (5) em virtude da sessão solene de inauguração dos trabalhos legislativos de 2018, marcada para as 17 horas. Nesse dia, a área externa do Congresso Nacional, inclusive a Alameda das Bandeiras, será isolada e não será possível estacionar no local.Na quinta-feira (8), as visitas serão retomadas.

 

Como funciona

Às segundas, quintas, sextas, finais de semana e feriados o Congresso pode ser visitado das 9 às 17h30. Às quintas-feiras a visitação é restrita a grupos agendados com antecedência. Recomenda-se o agendamento prévio para aqueles que precisem de tour em inglês, espanhol ou francês e quando houver necessidade de atendimento em Libras.

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