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MPF faz reunião para debater segurança pública no estado do Rio de Janeiro

Matéria publicada em 18 de agosto de 2017, 09:19 horas

 


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Reunião debateu segurança pública no Rio de Janeiro  (Foto: Divulgação MPF/RJ)

Rio- A crise de segurança pública no Rio de Janeiro foi tema de reunião promovida pelo Ministério Público Federal (MPF) na quarta-feira (16) na sede da Procuradoria da República. Na ocasião, representantes da Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Comando Militar do Leste e Polícia Militar relataram as medidas que estão sendo tomadas no enfrentamento à criminalidade no estado.

O procurador da República coordenador do Controle Externo da Atividade Policial do MPF/RJ, Eduardo Santos de Oliveira Benones, explicou que o objetivo da reunião foi traçar um cenário da atuação dos órgãos de segurança que operam no estado para conter o avanço dos crimes e, com isso, identificar os pontos em que o MPF pode contribuir. Por isso, também participaram da reunião o subprocurador-geral da República e coordenador da Câmara de Controle Externo da Atividade Policial e Sistema Prisional (7CCR), Mário Luiz Bonsaglia; o procurador-chefe substituto da Procuradoria da República no Rio de Janeiro, Sérgio Pinel; a procuradora regional dos direitos do cidadão, Ana Padilha; o procurador da República Paulo Henrique Brito; e o secretário de segurança institucional do MPF, Delfim Loureiro Queiroz.

A Polícia Rodoviária Federal informou que o reforço no efetivo com 380 policiais resultou no aumento da apreensão de entorpecentes no estado. O reforço também tem permitido o patrulhamento mais intenso dos principais trechos de rodovias para coibir o roubo de cargas. No entanto, foi ressaltado que ainda é necessário aperfeiçoar a infraestrutura de monitoramento das estradas federais para aumentar a efetividade da atuação.

A Polícia Federal relatou que está dedicando especial atenção aos aeroportos, de modo a evitar a entrada e saída de armamento e entorpecentes. Já o Exército explicou que, diferentemente das atuações anteriores, neste momento tem colaborado especialmente em atividades de inteligência para identificar os focos de atuação dos criminosos e no suporte operacional no cerco a eles.

Ministério Público

Os membros do MPF trouxeram questões relativas ao patrulhamento de fronteiras, portos e aeroportos, proteção dos direitos humanos em operações policiais, persecução penal a partir do resultado de operações de inteligência e proteção à vida dos policiais, entre outros. Para o procurador da República Sérgio Pinel, as ações para evitar a morte de policiais deveriam ter prioridade máxima no atual quadro.

“Temos questões estruturais que precisam ser resolvidas para que decretos de garantia da lei e da ordem sejam exceção e não a regra”, avaliou o procurador da República Eduardo Santos de Oliveira. A proposta é que outras reuniões desta natureza sejam realizadas para aperfeiçoar a interlocução entre os órgãos.

O subprocurador-geral Mario Bonsaglia destacou que o Ministério Público Federal acompanha com atenção os desdobramentos da crise de segurança no Rio de Janeiro, tendo em vista a participação de forças federais, inclusive do próprio Exército. “Quando as forças militares atuam em operações para a garantia da lei e da ordem, ou seja, como forças policiais, estão sujeitas ao controle externo do MPF”, explica Bonsaglia. O coordenador da 7CCR também se colocou à disposição para a interlocução na elaboração de políticas públicas de segurança.

Estiveram presentes o chefe da seção de policiamento e fiscalização da Polícia Rodoviária Federal no Rio de Janeiro, Rafael Alvim; o corregedor da PRF, Mário Caldas Martins; o assessor para assuntos jurídicos do Comando Militar do Leste, coronel Guilherme Fontenelli; o assessor de relações institucionais do Comando Militar do Leste, Waldo Aires; o delegado de Polícia Federal, Rodrigo Bartolamei; e o subcorregedor da Polícia Militar do Rio de Janeiro, tenente-coronel Alex Silveira da Silva.

4 comentários

  1. Eu estou chegando…

  2. O Código Penal Brasileiro é antigo e beneficente demais. TEM que mudar. Aqui bandido é cidadão. Menorzinho de 18 ANOS não pode ser preso, mesmo que tenha 1,80 de altura e seja reincidente. No JAPÃO, País de primeiro mundo, PRESO, não tem direitos e sim deveres. Fica numa cela com mais dois apenas. Se desrespeitar o regulamento do Presidio vai para a Solitária por 30 dias. Se for reincidente, por 60 dias e assim por diante. Visita íntima nem pensar. Redução de pena por bom comportamento NÃO EXISTE lá. ISSO NÃO COPIAMOS.

  3. Só os de papel reunidos pra debater a segurança pública. Agora é só desenvolver uma tese bonita pro mundo jurídico, caçar meia duzia de polícia abusador, fazer um bom acordo com tráfico e tudo fica bem.

  4. Agora a cada dois dias um policial é morto no Rio de Janeiro! As maiores vítimas da criminalidade somos todos nós a sociedade fluminense, que acreditou quando Lula disse que “Cabral seria o melhor governador que o Estado do Rio teria…”.
    Os bandos de criminosos estão andando livremente, como se nada fosse acontecer com eles, pois a lei que diz que um menor de idade: bandido, quadrilheiro, estuprador, assassino que tem 17 anos e 9 meses de idade não pode apodrecer na cadeia é uma lei vagabunda na execução e na aplicação! De quem depende a mudança na legislação? Das outras quadrilhas que governam o Brasil….
    A situação do Rio chama a atenção do mundo, mas ocorre em todo o Brasil, nossos policiais estão sendo executados, pois virou questão de honra para a bandidagem!!! Chegamos num ponto em que a sociedade está desarmada (estatuto de desarmamento apoiada pelo PT) a polícia está com armamento capenga, pois não tem dinheiro, pois as outras quadrilhas (Cabral e Lula) roubaram o dinheiro, pois o Brasil era um país rico…. São 200 bilhões que vão para o ralo da corrupção todos os anos… Dá ou não dá para investir na polícia… Dá, mas esses políticos roubaram e tanto Lula quanto Cabral são responsáveis pelas mortes dos policiais, que estão com espingardinha e colete à prova de bala vencidos, pistolinha de meia-pataca, enquanto os bandidos estão com fuzis, metralhadoras, AR-40, etc….

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