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Policiais presos em operação da PF conseguem liberdade provisória

Matéria publicada em 18 de dezembro de 2017, 08:07 horas

 


Volta Redonda e Barra Mansa – O juiz da 1ª Vara Criminal de Barra Mansa, André Vaz, concedeu, recentemente, liberdade provisória a três policiais civis, presos durante a “Operação Katitula”, realizada pela Polícia Federal e Ministério Público, em março do ano passado.

Conseguiram o benefício os policiais civis, Pablo Baffa Feijolo e Clodoaldo Antônio Pereira, ambos lotados na 89ª DP (Resende). Eles já trabalharam na Delegacia de Volta Redonda. O terceiro policial é Guilherme Dias Coelho, conhecido como Guilherminho, preso em 25 de julho de 2015, quando estava visitando um parente em Volta Redonda.

Pablo, Clodoaldo e Guilherminho foram absolvidos no último dia (7) pela “Operação Adren”, realizada pela PF e MP, em (14) de abril de 2015. Eles tiveram mandados de prisão decretados ainda por outra ação da PF, a “Operação Cocite”, realizada em dezembro de 2014.

Segundo Ministério Público, os policiais Guilherme Dias Coelho, Pablo Bafa Feijolo e Clodoaldo Antônio Pereira, associados a outros traficantes e, por vezes com auxílio, do policial civil carioca Ricardo Wilke, que foi preso na sua casa na Barra da Tijuca, no Rio, durante a operação “Adren”, transportavam, guardavam e mantinham entorpecentes em depósito para fins de tráfico e sem autorização legal.

Esse material, era posteriormente repassado a integrantes da quadrilha para revenda, cujo produto era partilhado entre todos. Ainda de acordo com o MP, parte da droga apreendida em diligências policiais era retida e transportada em viatura oficial da Polícia Civil e distribuída entre outros membros do bando, também para revenda.

A quadrilha contava, inclusive, com a participação de presos, transformando unidades penitenciárias em escritórios do crime, segundo o MP.

Além disso, segundo o Ministério Público, os suspeitos extorquiam comerciantes e ex-presidiários e falsificavam documentos. Segundo a denúncia, houve também a tentativa de estelionato contra a Seguradora Bradesco a partir da ocultação de uma máquina retroescavadeira segurada pela empresa. Os  suspeito, posteriormente, alegaram roubo e solicitaram o pagamento do valor correspondente ao seguro do equipamento.

Os três policiais civis continuarão respondendo, em liberdade, como suspeitos pelos crimes, imputados a eles durante as operações “Katitula e Cocite”

De acordo com decisão judicial, os réus serão obrigados a: comparecerem a todos os atos  do processo, informarem qualquer mudança de endereço, comparecerem, mensalmente em juízo, para informar e justificar atividades. Eles estão ainda, proibidos de se ausentarem da comarca, por mais de oito dias, sem autorização judicial, e deverão permanecer, recolhidos em suas residências, no período noturno, e nos dias de folga.

6 comentários

  1. A lei não funciona em face ao poder econômico!
    As atividades desses criminosos já passa de décadas. O país é uma vergonha total…os mal prevalece…o juiz ou ministro que dar liberdade a criminosos deveriam ser presos juntos com eles.

    • Antes de falar de pais de família que arriscam a vida por gente que como vc que não sabe da verdade, procure saber dessa verdade. Aqui todos são um bando de bobos que sai acreditando em tudo que a mídia publica. Uma dica: abre lá no site da justiça e veja os processos. Juiz soube fazer bem seu trabalho.

    • Vc tem toda a razão Fernando Andrade, o resto é defensor de malandro esperneando. Defensores da sociedade , tá bom…….acreditei.

  2. Antonio Carlos Peludo

    Sei lá bandido com distintivo deveria ter punição exemplar, sabe la o que éter prova plantada sobre voce. E pronto ,pois os meliante tem fé publica

  3. O policial civil Guilherme Dias Coelho foi condenado a 14 anos de prisão, como pode estar em liberdade?
    Traficantes, ladroes, bandidos. VERGONHA DA JUSTIÇA

  4. Alerta aos comerciantes !!!!!! Eles voltaram …. preparem para serem extorquidos. Que justiça é essa

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