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Ato pelo Emprego reúne centenas em frente ao estaleiro BrasFels

Matéria publicada em 8 de outubro de 2017, 22:14 horas

 


Objetivo é sensibilizar autoridades federais para a necessidade de manter a indústria naval

Apoio: Jordão fala durante ato em apoio à retomada de obras no Brasfels

Apoio: Jordão fala durante ato em apoio à retomada de obras no Brasfels

Angra dos Reis – Um movimento apartidário uniu prefeitos de Angra, Paraty e Mangaratiba, vereadores, deputados estaduais e federais, senadores, sindicalistas, metalúrgicos, associações, entre outros na manhã deste sábado, 07 em uma grande mobilização em defesa do emprego.

O ato, que foi realizado em frente aos portões do Estaleiro BrasFels, teve como objetivo sensibilizar as autoridades federais para dar continuidade às obras de quatro plataformas que estão paradas no pátio da empresa e que, sendo retomadas, gerarão cerca de 3 mil empregos ao longo de cinco anos.

A comissão criada para organizar o movimento agora irá começar a colher assinaturas para um abaixo assinado envolvendo não apenas o município, mas também as cidades da região como Paraty, Mangaratiba, Rio Claro, Barra Mansa e Volta Redonda para levar até o presidente da República, Michel Temer, demonstrando a importância de se manter aberto o estaleiro, que já foi o maior da América Latina.

O prefeito de Angra dos Reis, Fernando Jordão, acompanhado do vice-prefeito, Manoel Parente; de sua esposa Célia Jordão, que é secretária de Desenvolvimento Social e Promoção da Cidadania; e de Veníssius Barbosa, secretário de Governo e Relações Institucionais se uniu aos prefeitos e vereadores de Mangaratiba e Paraty, além dos vereadores de Angra dos Reis, de deputados federais, deputados estaduais, senadores, sindicalistas, lideranças comunitárias, metalúrgicos e suas famílias, comerciantes, igrejas católica e evangélica e a comunidade, ou seja, uma mobilização apartidária em favor da empregabilidade e da indústria naval do Estado do Rio de Janeiro e do Brasil.

Ao final, o padre Gilberto, da paróquia São José do Operário, realizou uma oração abençoando o ato e fazendo com que todos os presentes dessem as mãos e caminhassem até a entrada e os muros do estaleiro, em um abraço simbólico ao estaleiro, que já gerou 12 mil empregos e hoje tem cerca de 3 mil.

Se se não houver novas encomendas ou se a Petrobras não retomar as obras paradas, existe o risco de o estaleiro fechar definitivamente, aumentando ainda mais o índice de desemprego na região.

Segundo o prefeito de Angra, Fernando Jordão, as quatro plataformas paradas nos pátios da empresa são da Sete Brasil. Uma delas está com 94% de sua obra concluída, outra com 70%, a terceira com 40% e a última está com o projeto pronto.

– Queremos lutar pelo conteúdo nacional sim e este tema já foi pauta de muitas reuniões no Rio e em Brasília que participei como deputado federal e agora como prefeito também. Mas temos que priorizar o estaleiro BrasFels, o único estaleiro aberto no estado do Rio, porque o restante está sucateado. E já vai ajudar muito se retomarem os contratos da Sete Brasil. Precisamos da união de todos para mostrar força e reverter esta situação – enfatizou o prefeito.

4 comentários

  1. Brasil : Aguarde, carregando....

    O PT quebrou a Indústria Naval brasileira. A Brasfels e outros estaleiros acreditaram no Pré-Sal e se endividaram até o pescoço se preparando para o “paraíso” que nunca ocorreu.

    Quem não se lembra do Biodiesel da Mamona ? Do Trem Bala ? do Lula com os nove dedos cheio de Petróleo.

    Lula reza na cartliha de Goebels, e insiste na mentira e na baixa educação do povo para sempre ter uma cenoura que os atraia.

    Agora, 13 anos depois, estamos colhendo os frutos da Mamona, da Mandioca, do “estoque de vento”, e da maior roubalheira já vista no mundo….

    Eu sempre disse que Lula seria um Lesch Valessa brasileiro. Vejam o que ocorreu na Polônia. Pode décadas o sindicalista Lesch Valessa jogou pedra na vidraça dos candidatos e do que assumiram o Governo, sempre com a máxima de que ele era o povo, e que um dia subiria ao poder para mudar a Polônia. Dito e feito, 6 anos de Lesch Valessa colocaram a Polônia de volta ao século passado.

  2. Cadê os apoiadores do PMDB /PSDB ta todo mundo quieto agora!

  3. Vale lembrar que o mesmo bandido do PMDB é o mesmo vice do PT.

  4. Ué, os eleitores de bandidos votaram no PMDB e agora que perderam o emprego estão chorando?

    Deviam ter pensado melhor antes de fazerem merdas. Eu alertei aqui e em outras mídias que não daria certo elegerem bandidos.

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