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Deley cobra que auxílio financeiro chegue até santas casas do interior

Matéria publicada em 14 de julho de 2017, 20:37 horas

 


Deley: ‘Nós já vimos créditos serem liberados em outras oportunidades, e não chegaram a todos que efetivamente precisam’

Deley: ‘Nós já vimos créditos serem liberados em outras oportunidades, e não chegaram a todos que efetivamente precisam’

Brasília – O deputado federal Deley de Oliveira (PTB) cobrou que o programa de auxílio financeiro destinado às santas casas de todo o país alcancem as unidades do interior do Brasil, em especial as do Sul Fluminense. A cobrança foi feita durante a última reunião da Comissão Especial formada para analisar a linha de crédito na Câmara dos Deputados, da qual Deley é  titular.
– Tenho essa preocupação, de que esses recursos cheguem às unidades localizadas nas cidades de médio e pequeno porte. Nós já vimos créditos serem liberados em outras oportunidades, e não chegaram a todos que efetivamente precisam. Então faço esse apelo, para que desta vez a partilha seja mais igualitária – disse Deley.
Deley ressaltou que o programa de auxílio financeiro deve atender ao maior número de instituições, e não pode ficar concentrado naquelas que possuem maior capacidade de financiamento, “pois o limite do crédito a ser repassado será o equivalente aos últimos 12 (doze) meses de faturamento relativo a serviços prestados ao SUS e o valor do saldo devedor de operações financeiras existentes”.
– Ou seja, quem mais presta serviço ao SUS (os maiores) poderão ficar com quase a totalidade dos recursos totais disponíveis (R$ 2 bilhões) – disse o deputado.

A comissão

A Câmara dos Deputados criou uma comissão especial para analisar o Projeto de Lei 7606/17, do Senado, que cria o Programa de Financiamento Preferencial às Instituições Filantrópicas e Sem Fins Lucrativos (Pro-Santascasas).
O programa concede duas linhas de crédito para as Santas Casas de Misericórdia que atendem pelo Sistema Único de Saúde (SUS): uma de reestruturação patrimonial e outra de capital de giro.
Para ter direito ao benefício, as entidades terão de apresentar um plano de reforma administrativa a ser implementado no prazo de dois anos. O governo vai disponibilizar ao programa, no Orçamento da União, até R$ 2 bilhões, durante cinco anos. O Brasil tem hoje 2.100 Santas Casas de Misericórdia.

Dívidas acumuladas

O representante da Confederação das Santas Casas de Misericórdia, Hospitais e Entidades Filantrópicas (CMB) Julio de Matos disse na Comissão que a dívida das 2.100 instituições existentes no País chega a R$ 21 bilhões. Segundo ele, a dívida seria “culpa da defasagem da tabela do Sistema Único de Saúde (SUS)”, que foi reajustada em 93% desde 1994, enquanto o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) chegou a 413% no mesmo período.
As informações foram apresentadas na primeira audiência pública da comissão especial que analisa a criação de um programa de auxílio financeiro para santas casas e outras instituições sem fins lucrativos (PL 7606/17, do Senado).
Matos ressaltou que as unidades de saúde filantrópicas são responsáveis por metade dos atendimentos e das internações do SUS, geram 480 mil empregos e são a única alternativa para a população em 957 municípios brasileiros. E ainda fez um alerta aos parlamentares.
“É melhor para a economia brasileira, é melhor para a União, para os estados e para os municípios investirem nas santas casas e nos hospitais filantrópicos do que fazer hospitais públicos e depois querer mantê-los. Economicamente para o Brasil, isto é muito melhor”, defendeu.

Impasse

Durante as discussões, surgiu um impasse entre as necessidades das entidades filantrópicas e as exigências dos bancos públicos. Representantes do Banco do Brasil, da Caixa Econômica Federal e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) disseram que algumas condições para os empréstimos, como a taxa de juros que consta da proposta, podem inviabilizar as operações financeiras.
“Embora possam elevar o custo para o tomador [do empréstimo], algum ajuste ou alguma composição de garantia/preço vai ter que ser estudada ou discutida para viabilizar o programa”, salientou o representante do BNDES João Paulo Pieroni.

7 comentários

  1. Boa Deley!!! Boaaaa

  2. Grande deputado, que sabe ouvir a voz silenciosa da população, está sempre defendendo o que é de direito e o que é honesto, independentemente do projeto ser do governo ou da oposição, pois não olha para picuinhas e besteiras, mas está na frente olhando para o futuro do país.
    E, além do mais, não está envolvido na operação Lava-Jato e em nenhuma outra operação, pois não compactua com o que é corruptível, com que é ilícito e não leva ao bem público!

    • Não passa de um vereador federal. Apenas fica na propaganda de emendas que consegue. Traz milhares de reais em emendas de saúde e votou a favor da PEC 241, que congela investimentos na mesma saúde por absurdos vintes anos. Golpista e responsável por essa quadrilha que está instalada em Brasília. Agora todos com essa conversa que se não está na lava jato é honesto. Quem disse isso é prova de honestidade? O menino mimado Aécio não foi indicado pelo justiceiro da república do Paraná na operação, mas sabemos que não passa de um hipócrita e criminoso. Delei está perdido pois perdeu seu padrinho aqui e tem grandes motivos para se preocupar com a reeleição.

  3. agafjgjjkWantuil fortes Silvério

    Derley votou a favor do golpe , Mais está acordando ,sentiu que traiu a presidente Dilma e VOLTA REDONDA .

  4. Ele é um fanfarrão eleito pelo eleitores corruptos!

  5. ESSE é um Deputado Federal eleito por Volta Redonda, que não traz nada para a cidade. Mais um jogador de futebol que arranjou uma BOCA.

  6. Graaaaannnnde DELEY!! !! Kkkkkkkk

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