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Fernando Jordão tem encontro com presidente da CDRJ e fala sobre incremento no porto em Angra

Matéria publicada em 9 de novembro de 2015, 20:39 horas

 


Encontro: Jordão conversa com presidente da CDRJ

Encontro: Jordão conversa com presidente da CDRJ

Angra dos Reis – O deputado federal Fernando Jordão (PMDB-RJ) teve um encontro na manhã desta segunda-feira (09), com o diretor presidente da Companhia Docas do Rio de Janeiro (CDRJ), Alexandre Porto Gadelha, para tratar de temas relacionados à Angra dos Reis. O presidente da Câmara Municipal de Angra, o vereador Marco Aurélio Vargas, também participou da reunião, assim como o deputado federal Washington Reis (PMDB-RJ), que foi tratar de outros assuntos na companhia.
O primeiro ponto da pauta de Jordão em Docas foi quanto às dificuldades que o porto de Angra vem atravessando, por falta de movimento de cargas. Ele solicitou a Gadelha, que encontrasse formas de incrementar as atividades comerciais do porto do município, e que desta forma, viessem resultar no estimulo e empregabilidade e renda na cidade.
— Conversarmos com o presidente de Docas, Alexandre Gadilha, sobre nossa preocupação em relação à situação do porto de Angra, que está praticamente parado, sem movimentação de cargas, e ele prometeu estudar o caso e ver de que forma poderá ajudar Angra dos Reis a voltar a movimentar o seu porto — disse o deputado.
O outro tema tratado no encontro foi sobre as áreas que pertencem a Docas no município, terrenos que vão desde o aterro do São Bento até o local que é utilizado como estacionamento em frente à Santa Casa.
O parlamentar sugeriu ao presidente de Docas, alguma maneira da companhia utilizar essas áreas, aproveitando melhor os espaços em benefício da cidade e de seus moradores, tal como ele fez no Cais de Santa Luzia, na época em que foi prefeito, com espaço sendo totalmente revitalizado e que devolveu à frente de visão do mar para à cidade, para os seus moradores, transformando o cais num local onde o cidadão desfruta de diversas formas.
— O Cais de Santa Luzia foi uma grande conquista para o morador, que tem o local como ponto de diversão, lazer, e de contemplação da natureza de Angra, que é o seu mar. O cais se transformou num grande ponto de encontro das pessoas da cidade e de quem nos visita, com o embarque e desembarque na Estação Santa Luzia dos turistas que vem conhecer nossas ilhas e praia na baía — concluiu Jordão.

Um comentário

  1. O porto de Angra depende, por questões de logística, da movimentação de cargas das empresas situadas no Sul Fluminense, porque antes dele tem São Sebastião e Santos, e depois tem Sepetiba e Rio de Janeiro (Caju). Assim, torna-se necessário revitalizar o ramal ferroviário que chega vindo de Barra Mansa e Sul de Minas. E olha que tem gente que defende suprimir seus trilhos para abrir ruas no lugar…

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