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Secretarias discutem regularização de eventos públicos e particulares

Matéria publicada em 10 de julho de 2018, 19:31 horas

 


Volta Redonda –  Extintores, saídas de emergência, iluminação de emergência e documentos legais, são apenas algumas das exigências que o Corpo de Bombeiros faz para a realização de eventos públicos ou particulares. Esta e outras explicações foram apresentadas durante uma reunião com os secretários da prefeitura, realizada na tarde de segunda, dia 9, no auditório do Palácio 17 de Julho. A convite Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Turismo, um profissional do Corpo de Bombeiros tirou dúvidas, comentou sobre certificados e alvarás, e relembrou casos graves de acidentes em estabelecimentos, que não funcionavam conforme as regras de segurança, como o caso da Boate Kiss (no Rio Grande do Sul), que matou 242 pessoas.

O major Anderson Cardoso Santos Silva, sub-comandante do 22º GBM (Grupamento de Bombeiro Militar), foi o palestrante.

– Não basta saber só a entrada do evento, é preciso que todos saibam e que esteja bem identificada a saída de emergência. Infelizmente, nós todos, de uma forma geral, esperamos acontecer algo para depois tomar providências. Hoje temos muitas leis, que infelizmente, só surgiram depois de casos gravíssimos e com muitas vítimas, tanto no Brasil quanto pelo mundo – comentou, citando como exemplos o caso da Boate Cocoanut Grove (1942, nos Estados Unidos), que resultou na morte de 492 pessoas; e também o acidente no Gran Circo Norte-americano (1961), com 500 mortes.

Joselito Magalhães, secretário Municipal de Desenvolvimento Econômico e Turismo, comentou sobre a preocupação na realização de eventos. “A prefeitura se preocupa com a regularização dos eventos que acontecem na cidade, tanto com os eventos que são realizados por nós, como também pelos eventos particulares. É preciso estar atento aos documentos e aos órgãos de segurança competentes”, destacou Joselito Magalhães.

O prefeito Samuca Silva falou sobre a segurança. “Sem dúvida nenhuma é uma preocupação. A segurança deve estar em primeiro lugar. Não é só questão de documentação, que é legal e imprescindível, mas sim a questão de vidas que estão ali. Todos os procedimentos devem ser seguidos e ter o aval de todos os órgãos de segurança competentes”, frisou Samuca Silva.

 

Profissional do Corpo de Bombeiros foi o palestrante da reunião no auditório da prefeitura

Profissional do Corpo de Bombeiros foi o palestrante da reunião no auditório da prefeitura

 


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Um comentário

  1. O Clube Umuarama não passa numa vistoria séria. Não tem a mínima segurança para receber público, é só ir lá e ver. Aliás a própria estrutura do prédio é antiga e sem manutenção. A hora que ocorrer a tragédia, não adianta chorar.

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