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Vereador pede a Samuca que reabra as escolas que o governo estadual fechou

Matéria publicada em 14 de junho de 2018, 22:45 horas

 


Pastor Washington solicita novos estabelecimentos de ensino para criar vagas para estudantes e empregos para profissionais de educação

 

 

Pedido: Pastor Washington sugere que prédios de escolas que Estado vai fechar se tornem escolas municipais

Volta Redonda

O vereador pastor Washington Uchôa (PRB) solicitou ao prefeito Samuca Silva (Podemos) que sejam feitos todos os esforços possíveis para que sejam criadas mais duas Escolas Municipais, colocadas à disposição do município pelo Governo do Estado do Rio de Janeiro, que passariam a funcionar nos prédios onde funcionavam as Escolas Estaduais Acre e Maranhão, aumentando assim a Rede Municipal de Educação. Criando novas vagas para os alunos dos bairros Siderópolis e Eucaliptal e novos empregos para os profissionais de Educação e para o pessoal de apoio.
– O investimento em educação deve ser uma constante preocupação do Governo Municipal, não só para aumentar as vagas para o Ensino Fundamental como também para criar novos empregos para os profissionais de educação e para o pessoal de apoio. Já que existem os prédios colocados à disposição pelo Governo do Estado, nada mais justo que aumentar a rede municipal de ensino, demonstrando assim uma preocupação do Governo com a Educação – disse Washington.
fez um requerimento ao prefeito solicitando que a prefeitura entre em entendimento com o Governo do Estado para evitar o fechamento de escolas em Volta Redonda.

Alerj

Na última semana a Alerj (Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro) aprovou regras para fechamento de escolas estaduais. O fechamento e a transferência de escolas sob administração do Estado — incluindo as escolas técnicas — vão passar a depender de pareceres do Conselho Estadual de Educação e do respectivo Conselho Escola Comunidade. É o que determina o projeto de lei 2.963/17, dos deputados André Ceciliano (PT) e Flávio Serafini (PSol), aprovado pela Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) no dia 07 de junho, em redação final. O texto seguiu para o governador Luiz Fernando Pezão, que terá até 15 dias úteis para decidir pela sanção ou veto.
A proposta valerá para todas as escolas da rede pública de ensino do Rio administradas pela Secretaria de Estado de Educação, além das unidades de educação básica da Fundação de Apoio à Escola Técnica (Faetec) e da Fundação Centro de Ciências e Educação Superior a Distância do Estado do Rio de Janeiro (Cecierj), que são vinculadas à Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia, Inovação e Desenvolvimento Social.
Segundo o texto, os conselhos escolares deverão se pronunciar considerando a justificativa das secretarias, a análise do impacto do fim da unidade e a manifestação da comunidade escolar. Os pareceres serão divulgados no Diário Oficial e no site da Secretaria de Educação.
O projeto estabelece que, caso os conselhos sejam contrários, deverão apresentar propostas alternativas ao fechamento. Se for comprovado que não é possível manter a unidade de educação, a secretaria responsável pela escola será obrigada a indicar outra, com localização próxima, para atender à população. “Nos últimos dez anos, foram fechadas no Rio cerca de 230 unidades escolares. Isso tem um impacto muito negativo na oferta de educação para a população. É necessária a criação de um mecanismo de controle”, justifica Serafini.
Ceciliano lamenta o fechamento das instituições de ensino. “O ideal seria que não precisássemos disciplinar o fechamento de escolas, mas infelizmente isso vem acontecendo. A gente devia era estar fechando presídios, não as escolas que trabalham o futuro do cidadão. Só a educação vai resolver o problema da violência, não vejo outro caminho. Deveríamos estar abrindo escolas e melhorando a qualidade do ensino das que já existem”, defende o deputado.

 

6 comentários

  1. Bela oportunidade para o Diário do Vale fazer um raio-X das nossas escolas resondendo o número de alunos, o número de professores, número de alunos por classe, quais escolas funcionam nos 3 turnos, quais necessitam de reforma, onde falta merenda, uniforme, biblioteca, laboratório etc.

  2. Pagador de impostos

    Haverá verba suficiente para a manutenção das novas escolas propostas pela “incelência” ? Porque abrir escola é a parte mais fácil. A manutenção da mesma, em boas condições de funcionamento, incluindo aí a contratação de funcionários e professores é que costuma fazer a diferença, que no caso do Brasil, é invariavelmente para pior. Com a palavra a incelência e a SME.

  3. Há pelo menos 4 escolas no entorno da escola Maranhão ( Piauí, São Paulo, Niterói e Roosevelt) nenhuma delas está com a capacidade de vagas preenchidas. Faltam professores para os alunos que tem. Abrir escola é marketing, compromisso com a população e manter um ensino de qualidade. Melhor uma escola funcionando bem do que três precáriamete.

    • Concordo totalmente! Do que adianta manter abertos prédios que geram alto custo de manutenção se há outros que não estão totalmente ocupados?… Temos que parar com esse oba-oba politiqueiro, jogar pra torcida (para os eleitores)…

      O bom político é aquele que realiza proposições coerentes e factíveis. O eleitor brasileiro tem que aprender a votar questionando não O QUE fazer, mas sim o COMO vai fazer…

  4. Isso é um absurdo.
    Fechando escolas? Deveriam reestruturar.
    Parabéns a este Vereador por ter levantado esta opção.
    Espero que o Diário do Vale permaneça esta notícia durante o dia todo para que as pessoas possam tomar conhecimento deste absurdo.

  5. País de Terceiro mundo é isso aí… fecham escolas e constroem presídios…é um absurdo uma escola como a Estadual Rio de Janeiro na Sessenta não ter mais o curso noturno… e tem q ser cursos de algo que dê mais interesses aos jovens..daqui a 20 anos mais de 700 profissões iram acabar…aquilo q a máquina faça melhor…o homem perde a ocupação…

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