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Apenas exame de DNA poderá identificar corpo carbonizado 

Matéria publicada em 11 de julho de 2018, 12:40 horas

 


Resende – Um funcionário do Instituto Médico Legal de Resende (IML) informou nesta quarta-feira, 11,  ao DIÁRIO DO VALE, que apenas um exame de DNA poderá identificar o corpo  encontrado carbonizado, no dia anterior, em Resende. O cadáver estava às margens da RJ-161, no distrito de Vargem Grande.

O delegado titular da 89ª DP (Resende) mandou periciar a bicicleta, que estava queimada, ao lado do corpo. No local havia ainda um isqueiro e um galão de gasolina.

A polícia informou que uma das características dos criminosos de Resende é atear fogo nos corpos das vítimas. Vários assassinatos já foram praticados dessa forma.  Um deles foi a morte do casal de namorados, no final do ano passado: Valdinor Pires de Paula Ferraz, de 20 anos, e Aline Vicente Morais, de 17 anos, cujos corpos foram encontrados carbonizados, dentro de um carro destruído  pelas chamas.  O veículo estava na estrada de acesso à comunidade conhecida como Terra Livre, também em Resende.

Outro caso semelhante ocorreu em setembro do ano passado, quando a polícia encontrou o corpo de Adriana Dias da Silva, de 28 anos, que estava carbonizado, e dentro de um galpão às margens da Dutra, no km 305, no bairro Alambari, em Resende. O namorado de Adriana também sofreu ferimentos de queimaduras, mas sobreviveu.

3 comentários

  1. E bom Jair se Acostumando.

    Bolsonaro 2018, cadeia de verdade ou cemitério.. bandido só tem do mal que possa sofre, ultimamente cadeia virou escritório do crime. Impunidade está muito grande. Bolsonaro 2018

  2. Pelas circunstâncias tudo indica suicídio

  3. Olha só isso aí não é característica de criminosos de Resende não, por exemplo, o casal que foram encontrado carbonizados foram mortos por marginais de Barra Mansa o que já foi até noticiado por esse mesmo jornal. Não é comum na cidade encontrar gente sendo queimada assim não, mais mesmo é por ferimentos a bala. Não é muito adequado tal afirmação, até porque o assaltado aos bancos de porto real, se não me engano, queimaram o veículo na ponte que liga quatis a porto real o que demonstra que atear fogo não é coisa exclusiva de bandidos de uma cidade e sim coisa comum de bandidos da região. Mas na boa lugar de bandido é na cadeia esse prende e solta não tá resolvendo nada mais neste país.

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