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Mais uma ONG contra a escória

Matéria publicada em 29 de junho de 2018, 21:31 horas

 



O Movimento Baía Viva enviou nota ao DIÁRIO DO VALE afirmando que vai entrar com representação junto ao Grupo de Atuação Especializada em Meio Ambiente do Mniistério Público Estadual e aos núcleos da Procuradoria Geral da República no Rio de Janeiro e em Volta Redonda pedindo que os órgãos entrem com ação judicial pedindo “providências imediatas e urgentes” para o que eles consideram um risco de suspensão do abastecimento de água de dezenas de cidades no Vale do Paraíba do Sul, de municípios da Baixada Fluminense e da Capital.
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Motivo: eles temem que uma possível chuva forte ou tromba d’água, durante o inverno, leve escória para o leito do Rio Paraíba do Sul.
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Segundo eles, isso poluiria quimicamente a água do Rio, gerando a suposta interrupção no tratamento de água das cidades abastecidas pelo rio, a jusante de Volta Redonda.

Pedido
Na representação, será solicitada uma medida judicial para a interdição imediata do depósito de escória de aciaria.

Vendeu
A CSN comunicou á Bovespa que concluiu nesta sexta (29) a venda da totalidade da participação societária na Companhia Siderúrgica Nacional, LLC, empresa localizada nos Estados Unidos, para a Steel Dynamics, Inc. O valor da venda foi de US$ 400.000.000,00 (quatrocentos milhões de dólares), os quais, ao câmbio da data equivalem a, aproximadamente, R$ 1.500.000.000,00 (um bilhão e quinhentos milhões de reais), sendo que o valor final ainda estará sujeito a um ajuste pósfechamento de acordo com o capital de giro na data do negócio, a ocorrer em até 100 dias.

Expectativa
Espera-se que o resultado da Transação, considerando-se a somatória do valor recebido no fechamento e o ajuste de capital de giro, seja uma redução total do endividamento líquido da CSN de aproximadamente R$ 1.800.000.000,00 (um bilhão e oitocentos milhões de reais), considerando-se a taxa de câmbio atual.

Plano
A Transação faz parte do plano de desinvestimento e desalavancagem da CSN, conforme já divulgado pela Companhia. A CSN manterá suas atividades comerciais de importação e distribuição no mercado norte-americano por meio de outra subsidiária constituída para este fim.

De olho
A secretaria de Desenvolvimento Econômico (SMDET) da prefeitura de Volta Redonda já cadastrou quase mil vendedores ambulantes do município e agora vai intensificar a fiscalização dos ambulantes que vem de outros municípios para vender seus produtos na cidade.

Objetivo
“O objetivo da ação é coibir esses ambulantes irregulares de outras regiões que vem para Volta Redonda e tiram o espaço de trabalho dos vendedores locais”, explicou o secretário de Desenvolvimento Econômico, Joselito Magalhães. A ação vai acontecer, mais uma vez, em parceria entre as secretarias municipais de Desenvolvimento Econômico, Fazenda e Guarda Municipal.

Fiscaliza
O município vem fazendo fiscalizações dos ambulantes locais, conforme prevê a lei municipal 5.302, de janeiro de 2017, que dispõe sobre a regulamentação do comércio ambulante, que pode ser executado mediante regularização.

Apreensão
Quando as fiscalizações resultam na apreensão de alguma mercadoria por irregularidade, o comerciante ambulante tem um prazo para procurar a secretaria de Fazenda e recuperar essas mercadorias. Os prazos variam de acordo com o tipo de mercadoria recolhida. Caso o ambulante não procure da Fazenda ou não queria recuperar esses produtos, os mesmo são doados a instituições de caridade.

Reclama
“A gente estava lutando para regularizar a nossa situação, e agora estamos conseguindo. Isso tem ajudado muito o nosso trabalho. Os ambulantes das outras cidades atrapalham a gente que é de Volta Redonda e já tem ponto fixo. Porque eles vêm com mercadoria sem procedência”, contou o ambulante Gerdil Coutinho.

Um comentário

  1. Depósito de escória de aciaria entre os bairros Volta Grande e Brasilândia. Acabou com toda área verde e fica à beira do rio Paraíba do Sul. ABSURDO, isto é uma VERGONHA.

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