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CSN informa que Alto-Forno 3 voltou a operar

Matéria publicada em 17 de abril de 2018, 10:08 horas

 


Volta Redonda – A CSN informou nesta manhã que o Alto-Forno 3 da Usina Presidente Vargas voltou a operar por volta da uma hora da madrugada de hoje. O equipamento estava parado para reparos em um de seus regeneradores, que teve problemas mecânicos no início da noite de ontem. A ocorrência causou ruído, fogo e fumaça, assustando moradores do entorno da usina, masw não houve feridos no caso.

A ocorrência aconteceu em uma área onde não havia empregados da empresa e não causou vítimas.

Sindicato alerta para acidentes em sequência

O diretor jurídico do Sindicato dos Metalúrgicos do Sul Fluminense, José Eli, alertou que explosões na siderúrgica estão se tornando frequentes. Lembrou que, há 20 dias, outro incêndio ocorreu no setor da aciaria (onde o ferro-gusa é transformando em aço) da unidade de aços longos da siderúrgica.

“Foram duas explosões significativas, isso não é normal”, disse José Elias. “Na prevenção de acidentes, a gente fala o seguinte: quando começam a ocorrer fatos dessa natureza, é sinal de que algo pior está por vir”, alertou. “Isso não é normal, a siderúrgica tem que tomar as providências para saber o que está acontecendo”, completou.

Em relação ao acidente ocorrido há 20 dias, José Eli cobrou respostas. As causas ainda estão sendo investigadas, mas indicam a possibilidade de ser contaminação na sucata, segundo ele. Na avaliação do sindicato, os trabalhadores estão sendo expostos a risco duplo. “As duas explosões foram seguidas de muita sorte, só por isso não houve feridos [graves]”, disse.

Na explosão de ontem à noite, o diretor do sindicato contou que o forte estrondo da explosão foi seguido por um cheiro de queimado, deixando moradores de Volta Redonda “alarmados”. No momento, o sindicato inspeciona os altos-fornos averiguando eventuais riscos.

CSN

Em nota enviada ao DIÁRIO DO VALE,  a CSN informou que o número de acidentes na Usina Presidente Vargas, bem como a gravidade dos mesmos, tem diminuído nos últimos anos. A empresa, afirma ainda que trabalha intensa e continuamente, em parceria com o Sindicato dos Metalúrgicos, para reduzir ainda mais os índices e investe em campanhas e treinamentos para evitar até mesmo os pequenos acidentes, que, na maioria das vezes, estão ligados apenas a questões comportamentais.

12 comentários

  1. Isso tá acontecendo por falta de reposição de peças a csn não está repondo nehum parafuso o equipamento está sendo amarrado com arame,eletrodo a csn tá virando sucata que proteja os operários

  2. E a PLR ? Tô precisando curtir a folga lá em angras, lá tá tudo tranquilo, tem até toque de recolher, show é o RJ que você criou.

  3. Essa turma está brincando com azar, pois com vaso de pressão não se brinca, deveriam ter feito uma inspeção minuciosa e detalhada antes de voltar com equipamento. Lembro que regenerador de Alto Forno no passado já deu muita correria na época, e agora não tem FEM para socorrer, na época a SOM e SOC eram fábricas nas mãos de artesãos, hoje já era. Triste futuro daquela que já foi orgulho para muitos.

  4. Prevençã acima de tudo.

  5. Preço da privatização…lembro quando falavam…quando privatizar melhora…vai vendo ae

  6. agafjgjjkWantuil fortes Silvério

    Espere um pouco , um pouco mais, vem aí notícia ruím !!! Aguarde !!!!O Brasil que eu quero é um Brasil sem privatização……

  7. A manutenção ali é bastante interessante, é só esperar a fumaça abaixar a coisa refrescou aí é só fixar alguns parafusos e soldar algumas partes que tudo tá novo, prontinho pra operar. É triste ver, depois, familiares indo visitar seus entes queridos no hospital por conta de queimaduras. Infelizmente quem trabalha ali, todos os dias, não lida só com a produção, lida, sim, com a sorte de poder voltar após um longo dia de serviço e poder ver seus familiares e colocar a cabeça no travesseiro e poder descansar sem a preocupação de ter que enfrentar tudo novamente no outro dia, são guerreiros, pior ainda é os baixos salários pelo risco de estar ali defendendo a empresa sem ao menos ter um pingo de valor.

  8. A diretoria executiva deve avaliar o cronograma de Reforma do AF#3 e parar de adiar o inevitável. É a melhor decisão econômica e corporativa a ser executada. Continuar operando o equipamento que é “coração” da UPV fora das melhores condições técnico-operacionais é um risco de Gestão e Segurança que não deve ser ignorado.

    • Mas olho gordo no seguro deixa, eles acham melhor esperar o pior, para depois agir sem mexer no bolso, foi assim em 2006, quando o topo do mesmo AF#3 ficou dependurado, cena triste de ver para aqueles que deixaram muito suor na época em que havia comprometimento de ambas as partes, não era do modelo Vampeta como é hoje.

  9. Se fosse no passado, formariam uma comissão para apurar as causas do acidente ou falha, onde o equipamento seria inspecionado e avaliado a chance de nova ocorrência e eventuais riscos humano e do equipamento, mas não, colocam em operação sem avaliar nada, tendo em vista o curto intervalo entre a ocorrência e a entrada em operação. Lembre se bem, o equipamento está avisando, é igual ao corpo humano, uma hora vai parar de vez ou poderá trazer consequências irreparáveis.

  10. Operar daquele jeito…. Tudo amarrado no arame… Esse sucatao não fica um mês sem virar notícia… É o Judeu pagando pela ganância….Quem sair por último que apague a luz….

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