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Delegacia vai investigar e combater o tráfico de armas

Matéria publicada em 21 de abril de 2017, 09:44 horas

 


Rio – A Delegacia Especializada em Armas, Munições e Explosivos (Desarme) foi inaugurada nesta quinta-feira (20) na Cidade da Polícia. Os objetivos são investigar e combater o tráfico de armas de fogo. Além da alta cúpula da Segurança, estiveram no evento representantes do Drug Enforcement Administration (DEA) e o Escritório de Segurança Diplomática dos Estados Unidos e da Polícia Nacional do Paraguai.

Para o secretário de Segurança, Roberto Sá, mais do que combater o tráfico de armas, é preciso implantar penas mais duras para criminosos que portem armas de fogo. Segundo ele, o percentual hoje de morte por armas de fogo passa dos 70%.

– A Desarme vai fazer ainda mais do que era feito, porém é preciso ter consciência de que não está apenas nas nossas mãos e que a Legislação para esse tipo de crime precisa mudar. As penas são brandas. No Estado do Rio de Janeiro, a polícia apreende 25 armas por dia e um número absurdo de fuzis por ano. São nove mil armas por ano só no Rio de Janeiro – explicou o secretário.

A Desarme prevê parceria com agências internacionais e a Polícia Federal.

– O intercâmbio com outras Forças de Segurança nacionais e internacionais irá reforçar os esforços de Inteligência sobre o tema – disse o chefe de Polícia Civil, Carlos Leba.

A nova especializada – que tem como missão qualificar a investigação e o combate ao tráfico de armas de fogo no estado – terá 15 policiais, podendo chegar a até 35 em alguns meses.

– A investigação é a principal ferramenta para o combate ao crime organizado. Um trabalho integrado trará resultados impensáveis e proporcionará a preservação de vidas – afirmou o delegado da Desarme, Fabricio Oliveira.

Apreensões

Segundo dados do Instituto de Segurança Pública (ISP), somente em janeiro e fevereiro deste ano foram apreendidas 1.322 armas. Destas, 78 eram fuzis, 552 pistolas e 530 revólveres.

5 comentários

  1. Armas pra se proteger de quem? De quem também as têm? Então vamos fomentar uma guerra? É mais fácil, menos trágico e mais barato desarmar. Além disso não cabe comparações com outros países. Nós não temos educação, cultura, economia e decência, para ter o direito a uma arma de fogo. Brasileiro tem como senso de justiça o que lhe convém, a interpretação é sempre a meu favor, o outro sempre esta errado e, somado a isso, customizamos a lei, o que pode ou não pode, depende do momento, lugar e pessoa segundo a interpretação pessoal de cada um. Não queremos a lei, não queremos justiça, queremos estar acima de tudo. Se pra me dar bem, tiver que morrer mil pessoas, que elas morram. A PENA TEM QUE SER TRIPLICADA, SEM POSSIBILIDADE DE FIANÇA.

  2. A policia nao tem que decidir se o povo tem direito a ter armas ou nao. A policia eh empregada do povo. Se o povo quiser ter o direito a portar armas, a policia tem que acatar e pronto. Quando os ditos especialistas da policia vem a publico propagandear o desarmamento, me parece que eles apenas nao querem ter trabalho ou, ainda, que existe lobby a favor das empresas de seguranca privada. Pense nisso. Em todos os paises do mundo em que a populacao tem direito a andar armada, a taxa de homicidios cai. Isso e estatistica mundial. Nao tragam exemplos de cingapura, que e uma ilha e com territorio minusculo, populacao inferior ao Rio. Comparem com paises de porte e verao que arma para o cidadao = seguranca.
    O discurso desarmamentista me lembra o conto “mito da caverna”, que somente cola em quem nunca viajou pelo mundo.

  3. Nada funciona nesse Brasil de merda não acredito em mas nada

  4. Quero ver desarmar o vagabundo! Pq o cidadão de bem está á mercê deles!

  5. O Estatuto do Desarmamento já completa 14 anos e só atuou contra aqueles que não cometem crimes, que é o cidadão pacífico e trabalhador. Só agora criam um setor especializado em combater justamente aqueles que matam e delinquem no país, que são os bandidos. Esse país é muito engraçado…

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