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Intervenção federal no Rio completa três meses hoje

Matéria publicada em 16 de Maio de 2018, 07:34 horas

 


Nova fase da intervenção federal na segurança pública do Rio de Janeiro entrará em nova fase. (crédito AB)

Rio de Janeiro – Ao completar três meses nesta quarta-feira (16), a intervenção federal na segurança pública do Rio de Janeiro entrará em nova fase. Se a primeira etapa foi dedicada a realizar diagnósticos e promover mudanças nos comandos das polícias Civil e Militar e na organização das secretarias ligadas ao tema, a partir de agora a população do estado verá mais policiais e viaturas nas ruas. As afirmações são do porta-voz do Gabinete de Intervenção Federal (GIF), coronel Roberto Itamar.

O porta-voz do Comando Militar do Leste, coronel Roberto Itamar faz um balanço dos três meses de intervenção federal no Rio de Janeiro, em entrevista no Centro Integrado de Comando e Controle (CICC)

“Após três meses de intervenção, a população vai perceber mais policiamento nas ruas. Basicamente fruto do retorno da RAS [Regime Adicional de Serviço, hora-extra policial], reposicionamento dos efetivos e retorno de policiais que estavam cedidos a outros órgãos. [Os policiais] também terão novas armas, coletes e viaturas”, anunciou Itamar.

O coronel disse que serão mais 1,3 mil homens nas ruas e que novas viaturas vão chegar, além das 265 que foram recém-entregues, totalizando 580 veículos. Ele conversou por cerca de uma hora, nesta terça-feira (15), com as equipes da TV Brasil, Rádio Nacional e Agência Brasil na sede do Centro Integrado de Comando e Controle (CICC), que reúne representantes das forças de segurança do estado e onde fica o general Walter Braga Netto, interventor federal.

Itamar adiantou que uma nova comunidade será ocupada pelos militares nos próximos dias, a exemplo do que aconteceu na Vila Kennedy, zona oeste, onde o Exército opera desde 23 de fevereiro, e que agora volta totalmente ao controle do 14º Batalhão da Polícia Militar (BPM) de Bangu.

Segundo ele, os primeiros três meses foram dedicados à realização de diagnósticos da situação, reordenamento da estrutura de segurança, fortalecimento das corregedorias policiais e mudanças no sistema penitenciário, fatores que são fundamentais, mas não imediatamente percebidos pela população.

Roubo de veículos

Questionado sobre a situação na cidade do Rio, onde a população está assustada com frequentes confrontes em morros e comunidades como Rocinha, Cidade de Deus, São Carlos, Jacarezinho e outros, além de assaltos de rua, principalmente em coletivos, Itamar disse que a percepção de segurança tende a melhorar nos próximos meses. Ele citou a redução de 13% no roubo de veículos, de março para abril, como um exemplo da diminuição da violência.

“Devem ser anunciados, muito em breve, a redução de vários índices de criminalidade, que traduzem a própria sensação de segurança da população, incluídos os roubos de rua. Os resultados estatísticos demoram um pouco a aparecer, mas a partir deste mês temos a certeza de uma tendência de redução nos índices”, adiantou Itamar.

6 comentários

  1. Eu não sei a que intervenção estão se referindo; no RJ tenho certeza que não é; pois a violência só faz aumentar a cada dia e o glorioso Exército nada pode fazer; pois está de pés e mãos atadas pelos políticos de plantão.

  2. Achei que iria iniciar só ano que vem, pois do jeito que ta…

  3. É só mais um fracasso desse desgoverno Temer, Padilha, Moreira e todo o restante do MDB e seus partidos aliados. Tudo indica que o interventor já sabia disso desde o início, mas não podia falar por ser militar, que só obedece as ordens superiores. Realmente esses emedebistas fizeram o Brasil voltar 20 anos em 2, ou seja, retornando aos tempos do péssimo segundo mandato do FHC e perigando tomar o mesmo caminho da Argentina de Macri, porém ainda vão tentar muita maquiagem antes de outubro, para salvar do desastre eleitoral esse partido que também tem Família Sarney, Cabral e seu filho, Pezão, Eduardo Cunha e sua filha, Geddel, Jucá e outros mais.

  4. Uma pena que a intervenção virou motivo de chacota, e não é pra menos… Todo mundo pensou que o Exército entraria chutando traseiros de traficantes e com tolerância zero. Mas o que vimos na prática foram soldados decorativos. Eu entendo que há leis que não permitem por exemplo abater um bandido que esteja armado ou vasculhar casas sem mandado de prisão, mas acho que o Exército poderia muito bem ter negado a missão, já sabendo que não obteriam êxito dessa maneira, somente custos ao erário público e uma desilusão nas forças armadas.

  5. Intervenção federal!!! Aonde esta ocorrendo este privilégio?só se for no palácio do governador a fim de protegê-lo dos ataques da população que esta indignada com tamanha falta de responsabilidade pública deste cidadão.Muito pelo contrário bandidos criminosos estão sim, aumentando a cada dia mais o “trabalho” sujo e cruel, debochando e criticando as ações de policiais,levando as pessoas de bem ao caos e ao inferno diário de roubos e assassinatos em plena luz do dia.Deveriam ter vergonha na cara de virem a público dizer que a situação vai melhorar nos próximos meses sabendo que não possuem controle de absolutamente nada.Enquanto o governo estadual,federal forem cumplicies nesta matança,nesta farra com drogas , armas,aceitando o fato de concordarem em que bandidos transformem cadeias públicas em escritórios do crime e que ajustiça continue cega,seremos todos nós vítimas deste descalabro sem fim.QUANDO SERÁ CORONEL, QUE AS FORÇAS ARMADAS IRÃO REALMENTE AGIR? PONDO UM FIM NESTA CARNIFICINA,NESTA VIOLÊNCIA SEM LIMITES?

  6. GRAÇAS ÀS FORÇAS ARMADAS O RIO AGORA É UMA CIDADE TOTALMENTE SEGURA!!!! OBRIGADO GENERAIS, POR TORNAR O RIO UM LUGAR SEGURO!!!!!!

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