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Maia diz que rebaixamento pode ajudar aprovação da reforma

Matéria publicada em 12 de janeiro de 2018, 17:30 horas

 


Maia: ‘A liderança do governo é decisiva para aprovar a reforma’

Rodrigo Maia: ‘A liderança do governo é decisiva para aprovar a reforma’

Brasília – O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ) disse nesta sexta-feira (12) que o rebaixamento da nota de crédito do Brasil pode ajudar no convencimento dos parlamentares em torno da reforma da Previdência.

A agência internacional de classificação de risco Standard & Poor’s rebaixou o país para três níveis abaixo do grau de investimento. Ela justificou sua avaliação negativa sobre o Brasil por conta da demora na implementação das reformas, principalmente a da Previdência, que poderiam reduzir os riscos fiscais do país.

Para Rodrigo Maia, a avaliação da agência internacional pode contribuir para o avanço da proposta na Câmara “se parte do governo não tentar responsabilizar o Congresso”, disse o deputado à Agência Brasil.

Ele sinalizou que a responsabilidade pela aprovação da reforma também é do governo. “Todos têm responsabilidade. A liderança do governo é decisiva para aprovar a reforma”, acrescentou.

O Congresso Nacional está em recesso parlamentar até fevereiro. Neste período, líderes partidários estão se mobilizando junto à equipe do governo para garantir votos favoráveis à reforma.

Proposta tramita na Câmara desde 2016

A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que altera as regras de acesso à aposentadoria tramita na Câmara desde o fim de 2016. A PEC foi aprovada em uma comissão especial da Câmara em maio do ano passado e, desde então, aguarda para ser analisada em plenário.

A tramitação da proposta, no entanto, ficou paralisada depois que chegaram à Câmara duas denúncias contra o presidente Michel Temer, apresentadas pela Procuradoria-Geral da República.

As acusações que pesaram contra Temer por crime de corrupção passiva, obstrução da Justiça e liderar organização criminosa foram derrubadas em plenário pelos deputados.

No entanto, o processo de votação das denúncias gerou um desgaste na base aliada do governo e provocou o recuo do apoio de vários deputados em torno das reformas.

O quórum para aprovar a emenda é qualificado, precisa do apoio de 308 deputados, o que corresponde a dois terços do total de 513 parlamentares em dois turnos. A base governista ainda não conseguiu reunir os votos e a votação da reforma foi adiada para fevereiro.


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4 comentários

  1. É até um paradoxo! Pois no começo do ano tivemos um bom começo: tivemos inflação abaixo do piso da meta oficial, uma coisa inédita durante todo regime de metas de inflação; tivemos sinais confirmando que a economia está numa trajetória de recuperação com o bom desempenho do comércio varejista e da indústria! Contudo, de repente, surge a decisão da Agência de rebaixar o Brasil novamente… Estamos três níveis abaixo do grau de investimento!
    Isso ocorre porque o foco dessas agências de risco é, basicamente, o ajuste fiscal incompleto, inconsistente da economia brasileira, que, de fato, traça uma trajetória da relação divida pública/PIB insustentável! Então, essa crise fiscal é uma ameaça permanente para a evolução sustentável e consistente da economia brasileira….
    E o rebaixamento, de uma certa forma foi antecipado, e pode até ajudar a colocar pressão adicional sobre o Congresso para que a Reforma da Previdência, mesmo desidratada, seja aprovada o quanto antes!
    Não vou muito com a cara do Rodrigo Maia, mas tenho que concordar com ele, nesse ponto… agora os deputados federais votam a Reforma da Previdência e salvam o país, ou não votam e ajudam a afundar a fraca economia brasileira.

  2. Jacintho Rego Aquino Pinto Durão

    Aê, Dona Maria Paneleira! Nem a senhora, nem o tiozão coxinha rabugento aí! Gostou, né?

  3. este eu ja esperava o meirellis conseguiu o que queria conversou com as tres empresas que faz isso e uma caiu na labia dele voce rebaixa so assim conseguimos ferrar o povo brasileiro mais vamos esperar o supremo julgar que coforme a constituição tudo aquilo que nos benificia a mais de dez anos e um direito vamos ver kkk

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