domingo, 26 de março de 2017

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TRF decide que Adriana Ancelmo permaneça presa em Bangu

Matéria publicada em 20 de março de 2017, 18:38 horas

 


Rio – O Tribunal Regional Federal da 2ª Região revogou nesta segunda-feira (20) a prisão domiciliar para a ex-primeira-dama Adriana Ancelmo. A decisão, do desembargador Abel Gomes, atende recurso do Ministério Público Federal contra determinação do juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Criminal Federal.

A defesa de Adriana Ancelmo, que está presa no Complexo Penitenciário de Jericinó, em Bangu, informou que o apartamento onde ela cumpriria prisão domiciliar já estava apto para a transferência.

Cabral e Adriana Ancelmo foram presos no final do ano passado, na chamada Operação Calicute, junto com assessores e outros acusados no esquema. Eles são acusados de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Cabral está no mesmo complexo penitenciário que a esposa.

Dinheiro devolvido

Cerca de R$ 250 milhões repatriados no esquema de desvio de recursos liderado pelo ex-governador Sérgio Cabral serão devolvidos aos cofres públicos nesta terça (21) na sede do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2), centro da capital fluminense.

O dinheiro pagará o 13º salário de 2016 de cerca de 146 mil aposentados e pensionistas do estado, com vencimento de até R$ 3,2 mil, o que representa 57% dos inativos.

A repatriação foi possível por meio de um acordo de colaboração premiada com dois réus de cerca de US$ 85,3 milhões. As investigações revelaram até o momento que mais de R$ 300 milhões foram movimentados no exterior pela organização criminosa.

A cerimônia de devolução ocorrerá às 15h e estarão presentes o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, o presidente do TRF2, desembargador federal Poul Erik Dyrlund, o coordenador da Força Tarefa da Operação Lava Jato no Rio de Janeiro, Leonardo Cardoso de Freitas, e o procurador-geral do Estado do Rio de Janeiro, Leonardo Espíndola.

7 comentários

  1. Família que rouba unida, permanece unida… na cadeia.

  2. Lugar de Bandida é na cadeia, não importa se ela advogada, delegada, mulher de governador, cometeu crime tem que cumprir pena igual as outras detentas. O Brasil tem que acabar com esse absurdo de prisão especial, prisão domiciliar isso é uma vergonha.

  3. A Justiça não trata a todos com a mesma igualdade?

  4. Estou abismado, porem acho que um outro qualquer num final de semana irá mandar soltar a belezura.

  5. Que fique lá por muito tempo. Quantos homicídios foram praticados por omissão do Estado. Sempre alegando que não tem recursos. Morrem por falta de recurso na segurança pública, nos hospitais públicos. MAS DINHEIRO TINHA DE SOBRA. Rezo para que Pezão passe pelo mesmo calvário até seu sepultamento político.

  6. Meu nome é Zé Pequeno!

    Ta$$$$ brincando!

  7. Finalmente apareceu alguém em sã consciência pra não deixar que um absurdo desses fosse a frente. Prisão domiciliar só existe pra uma certa classe da sociedade.
    Nem tudo tá perdido nesse país. Ainda existem pessoas que querem virar a página.

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