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Saldo de empregos em Volta Redonda chega a 494 em 2018

Matéria publicada em 20 de junho de 2018, 22:26 horas

 


Indústria puxa crescimento do mercado de trabalho, seguida pela construção civil e pela administração pública

Volta Redonda – Durante o mês de maio, Volta Redonda teve 348 admissões a mais do que demissões, segundo os dados do Caged-MTE (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Ministério do Trabalho e Emprego). No acumulado de 2018, a cidade teve um crescimento de 494 postos de trabalho, puxado pela indústria, com saldo positivo de 190, seguida pela construção civil (171).
Também apresentaram crescimento, no acumulado do ano, os setores de administração pública (104) e serviços industriais de utilidade pública (57).
Os setores de comércio (-3 no acumulado) e serviços (-24 no acumulado) apontam para uma reação. Os dados de abril já tinham apontado saldos positivos e os números de maio confirmam a recuperação em andamento.
Os setores de extração mineral (acumulado de -1) e agropecuária (acumulado de 0) têm pouca importância na composição do mercado de trabalho da cidade.

Outros municípios

Comparando os dados acumulados do ano dos quatro municípios mais populosos da região (Angra dos Reis, Barra Mansa, Resende e Volta Redonda), o maior saldo é o de Volta Redonda, seguido por Barra Mansa (403) e Resende (89). Ainda às voltas com a crise na indústria naval, Angra dos Reis acumula o fechamento de 565 empregos no ano, a maior parte deles (-411) na indústria.

No Brasil

O Ministério do Trabalho informou que, pelo quinto mês consecutivo, o emprego formal ficou positivo no país. Maio fechou com 33.659 postos de trabalho a mais do que abril, que já há havia apresentado números positivos. O resultado é decorrente de 1.277.576 admissões e de 1.243.917 desligamentos. Com esse resultado, 2018 já acumula 381.166 novos postos de trabalho, uma variação de +1.01%.
O quadro também é otimista se avaliados os últimos 12 meses. Entre junho de 2017 e maio de 2018, houve um crescimento de 284.875 postos de trabalho, um aumento de +0,75%. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), apresentado pelo Ministério do Trabalho nesta quarta-feira (20).
Para o ministro do Trabalho, Helton Yomura, esses números demonstram mais uma vez que as medidas econômicas adotadas pelo governo federal continuam apresentando resultados. “Mesmo com problemas pontuais, como a greve dos caminhoneiros, que afetou a economia como um todo, novos postos de trabalho continuaram a ser gerados. Isso confirma a robustez de nossa economia e o esforço de todos – governo, empresários e trabalhadores – para vencermos o desemprego”, avalia.
Das cinco regiões do país, quatro tiveram saldo positivo no emprego em maio. A principal delas foi a Sudeste, onde foram criadas 30.840 vagas, +0,15% em relação a abril. No Nordeste, foram 10.710 novos postos, um crescimento de +0,17%. O Centro-Oeste gerou 3.962 empregos, uma variação de 0,12% sobre o mês anterior. E o Norte fechou com saldo positivo de 1.560 postos, +0,09% a mais do que a última medição. Apenas o Sul teve desempenho negativo, com o fechamento de -13.413 postos, -0,19%.
Entre os estados, os que se destacaram foram Minas Gerais, com saldo de 19.823 empregos formais; São Paulo (+9.155); Bahia (+5.935); Espírito Santo (+5.001); Maranhão (+2.075) e Mato Grosso (+2.064). Os piores resultados foram registrados no Rio Grande do Sul, que fechou 10.727 vínculos empregatícios, Santa Catarina (-4.484) e Rio de Janeiro (-3.139).

3 comentários

  1. A onde ta esse tal de emprego?

  2. Se a gente não tivesse feito o impeachement da Dilma Roussef, hoje, aqui em Volta Redonda, a gente estaria disputando lata de lixo para conseguir alguma comida!

  3. Sim. Só pra faxineiro, balconista e vendedor de porta em porta. Me engana que eu gosto.

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