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Legado verde para o futuro da cidade

Matéria publicada em 17 de julho de 2019, 11:00 horas

 


Duas unidades de conservação estão em fase de criação e unidade no Santa Cruz foi remodelada

Parque do Ingá é um tesouro ainda desconhecido de boa parte da população (Foto: Secom-VR)

Volta Redonda – Um legado verde. Assim podem ser classificadas três grandes ações anunciadas e executadas pela prefeitura de Volta Redonda ao longo de 2019. A cidade ganhou recentemente o Parque Natural Municipal Volta Redonda e o Refúgio da Vida Silvestre Vale dos Puris.

As duas novas unidades ainda estão em fase de aprimoramento, mas foram criadas oficialmente e já começam a cumprir as respectivas missões ambientais. Diferente do que foi feito com o Parque Natural Municipal Fazenda Santa Cecília do Ingá, localizado no bairro Santa Cruz. Considerada até então como a maior área verde para uso público de Volta Redonda, o espaço foi totalmente revitalizado e se tornou uma atração para todo tipo de amante da natureza.

Parque Natural Municipal Volta Redonda

O parque foi criado a partir de um termo de transferência para o município de uma área de um milhão de metros quadrados, como contrapartida de um empreendimento imobiliário em andamento, localizado entre Volta Redonda e Pinheiral.

O projeto vai proporcionar a preservação e recuperação de áreas de interesse ambiental, além de disponibilizar à população opções de lazer, recreação e educação ambiental. Quando pronto – a previsão é 2022 – será o maior do gênero na cidade.

Refúgio da Vida Silvestre Vale dos Puris

Criado oficialmente em maio, refúgio será uma unidade de conservação dentro de Volta Redonda, com quatro mil hectares de Floresta de Mata Atlântica protegidos. Essa unidade abrange toda a área do bairro Santa Cruz, o parque do Ingá e vai até o limite com o distrito de Amparo, em Barra Mansa.

Parque Natural Municipal Fazenda Santa Cecília do Ingá

Localizado no bairro Santa Cruz, a unidade tem 211 hectares e ainda é a maior área verde de Volta Redonda para uso público. O parque abriga uma rica e diversificada fauna que inclui 152 espécies de aves e cerca de 47 espécies de mamíferos. As terras pertenciam à antiga Fazenda Santa Cecília do Ingá e em 1955, a Prefeitura de Volta Redonda comprou a área. Em 1998 tornou-se Área de Preservação Ambiental e foi convertida em Parque Municipal em 2005. Entre 2017 e agora, foi reformado e renovado com trilhas e novas opções de lazer.

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2 comentários

  1. Avatar

    Volta Redonda precisa de um parque urbano, dentro da mancha da cidade, que possa ser usado durante a maior parte do dia, nos moldes dos que existem em vários outras cidades de seu porte e até menores… Um parque no formato tradicional, com área verde, pistas de caminhada, lagos, centros de convívios, etc…. Aterrado e Aero abrigam terrenos com características apropriadas para empreendimento desse tipo…

    • Avatar

      Ainda alimento nos meus pensamentos a utopia de que essas áreas volte ao poder da cidade. Sempre que passo no terro do Aero, principalmente, imagino aquilo transformado!

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