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Construção Civil prevê crescimento de 3% em 2020

Matéria publicada em 13 de janeiro de 2020, 08:10 horas

 


Sul Fluminense – O presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), José Carlos Martins, acredita que o setor deve crescer 3% este ano, o que representa um potencial para criação de 150 a 200 mil postos de trabalho formais até dezembro. A perspectiva de expansão se dá em cenário de juros baixos e inflação controlada.

Conforme a previsão de Martins, 2020 pode superar a marca de 2019, que deve ficar próxima aos 100 mil postos de trabalho, com avanço de 2%. Ele acredita que o número de vagas pode até crescer mais, caso o mercado imobiliário continue surpreendendo com os lançamentos.

A indústria da construção havia mostrado preocupação com a situação do programa Minha Casa Minha Vida, cujo futuro está indefinido, especialmente para a chamada faixa 1, que atende famílias que ganham até R$ 1,8 mil e recebem os maiores descontos. No entanto, as boas notícias no fim de 2019 e início de 2020 fizeram o cenário ser mais otimista para avaliação.

A maior novidade veio com o presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, que anunciou a linha de crédito imobiliária com taxas de juros pré-fixadas. A partir de março, a correção de juros baseada nos valores prefixados. Os juros da TR (Taxa Referencial) ou do IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) não irão incidir sobre esta modalidade.

Balanço regional

Caso as previsões otimistas se comprovem, 2020 tende a ser um ano ainda melhor para o mercado imobiliário regional. Principalmente no setor que se apoia em parcerias com a Caixa Econômica. O balanço de contratos assinados pela superintendência regional da Caixa Econômica Federal do Sul Fluminense apresenta o número de 1.500 imóveis financiados pelo banco em 2019.

O número representa a recuperação expressiva do mercado imobiliário já no ano passado. Os noivos Luan Vinicius Souza (29) e Nathalie Crespo (28), que pretendem se casar assim que o apartamento foi entregue, compraram seu imóvel no fim do ano passado. “Decidimos fechar negócio tanto pelas características do condomínio quanto pela facilidade de financiamento, que se enquadravam no nosso perfil e orçamento. A entrada com o FGTS facilitou muito, pois o Luan tinha um valor considerável. Os subsídios da Caixa para a compra do primeiro imóvel também foram excelentes. Já estamos começando a pensar na mobília e construindo planos para a casa nova”, destacou Nathalie.

Outro jovem casal que fechou o ano comemorando a conquista do imóvel próprio é formado pelo mecânico Lucas Carvalho (23) e a babá Rafaella Rodrigues (20). Eles já são casados e moram de aluguel no bairro Caieiras, em Volta Redonda. “Conhecemos o empreendimento pessoalmente, durante o plantão de vendas. Foi quando podemos conferir que, além das condições atrativas de financiamento, que se enquadravam no nosso orçamento, as obras estavam bem avançadas e a estrutura do condomínio era ideal para a gente”, afirmou Rafaella.

Diretor de um empreendimento em expansão em Volta Redonda, Genésio Espírito Santo disse que o balanço do ano passado foi “superpositivo”. Só em 2019, foram 47 contratos assinados com a Caixa para financiamento de uma de suas 320 unidades.


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5 comentários

  1. Avatar

    Pra frente Brasil, estou confiante que esse ano vai ser muito bom, por favor quem torce contra , Venezuela é logo ali. KKKKK

  2. Avatar

    Os economistas dos E U A e países desenvolvidos só consideram crescimento econômico depois de 1 trimestre com a economia ascendente.

    No Brasil, os economistas consideram o dinheiro disponível para o povo (ovo na bunda da galinha) como possibilidade de crescimento. Daí acontece sempre o eterno VOO DE GALINHA na economia brasileira.

    E pior, criam ESPECTATIVAS FALSAS para os empresários do comércio alavancarem a inflação (sobem seus preços) que por fim puxam os juros para cima.

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