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Acervo de academia inclui mais de vinte mil fotos de Barra Mansa

Matéria publicada em 8 de dezembro de 2019, 14:00 horas

 


Barra Mansa- A partir do encontro de quatro amigos surgiu a Academia Barramansense de História (ABH), fundada em 15 de outubro de 1998. Alan Carlos Rocha, José Gentil Filho, Eduardo Werneck e Aparício Braz, reunidos para uma conversa informal e recordando os acontecimentos de décadas passadas, iniciaram na década de 90 a criação da academia. De acordo com a presidente da academia Dulce Rodrigues, graças a essa iniciativa está sendo possível a divulgação da história e da memória de Barra Mansa.
Ela explicou ainda que a academia é uma instituição cultural, voluntária, voltada para estudo, pesquisas, divulgação e preservação da história do município.
– Graças a um acervo composto por mais de vinte mil fotos de Barra Mansa; mais de cinco mil exemplares de jornais antigos, além de livros, revistas e documentos referentes à história de Barra Mansa e os da fundação da cidade, é possível preservar a história da nossa cidade – afirmou Dulce.
Mantida pelos acadêmicos e associados, que contribuem com uma mensalidade, para que seja possível publicar livros e o jornal ‘Memória Barramansense’, Dulce destaca que a maior dificuldade enfrentada agora é não ter uma sede própria.
A academia funciona no Palácio Barão de Guapy, onde ocupa duas salas no 1º andar, e onde também funciona o Museu. “Há 2 anos que estamos sem poder usar nossas salas, pois o Palácio está em obra, o que impede nosso acesso até para realizarmos reuniões e das pessoas que usavam a Academia para fazer pesquisas”, lamentou Dulce.
A presidente destacou que, apesar da ABH não desenvolver atividades como palestras ou cursos sobre a história de Barra Mansa junto a escolas, um dos projetos – conhecido como “Descobrindo Barra Mansa” – foi dirigido justamente para alunos das escolas da rede municipal.
-Não temos incentivo, parceiros, patrocínio, nessa parte da cultura, a preservação que é da ABH, não é contemplada – disse.
Dulce lembrou que a academia já realizou várias atividades culturais como exposições, saraus, palestras, entre outras.
– No campo literário, publicamos nosso primeiro livreto em 2014, com o título: “250 do Povoado de São Sebastião da Barra Mansa”, posteriormente, criamos a coleção “Barra Mansa Nossa História”, que está no seu 5º volume. Em 2016, publicamos os primeiros livros da instituição: “Antologia Histórica”, “Memória Barramansense” e “Santa Casa de Barra Mansa”. Já no ano de 2018 criamos outra coleção, denominada “Biografias” que traz em seu primeiro volume a biografia do saudoso fundador da ABH, Alan Carlos Rocha. Importante destacar que as publicações são distribuídas gratuitamente e que foram editadas com recurso próprio – ressaltou Dulce.
Recentemente, lembrou a presidente, ao completar 21 anos, a ABH lançou o livro “Antologia Histórica II”, volume 1 – Barão de Aiuruoca; volume 2 – Fragmentos da História; Volume 3 – Fazendas Históricas; Volume 4 – SESC; Volume 5 – Ponte dos Arcos.

Por Julio Amaral 


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2 comentários

  1. Avatar

    PARABÉNS! ABH BARRA MANSA TEM MUITAS HISTÓRIAS.PENA QUANDO EMANCIPOU A CIDADE HOJE QUATIS.FAZIAMOS DIVISA COM O ESTADO DE MINAS GERAIS.

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      Dulce e demais membros da Diretoria são guerreiros pois não tem apoio de ninguém para permanecer de pé.
      O secretário de cultura nunca participou de um evento e não dá nenhum apoio.
      Mas o importante é preservar a história dessa caída BM.

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