quinta-feira, 12 de dezembro de 2019

TEMPO REAL

 

Capa / Cidade / Adoção inusitada: cadelinha é adotada após fugir de ONG em Volta Redonda

Adoção inusitada: cadelinha é adotada após fugir de ONG em Volta Redonda

Matéria publicada em 30 de outubro de 2019, 15:58 horas

 


Gerusa estava à espera de um lar há dois anos
(Foto: Divulgação-SPA)

Volta Redonda- A cadelinha “Maritaca” fugiu na semana passada da ONG, onde estava sendo cuidada. O animal ficou assustado por causa dos fogos de artifícios em comemoração ao jogo da semifinal da Libertadores. O desespero da Maritaca foi tanto que ela conseguiu escapar destruindo parte do arame da tela e pulando o muro, segundo consta na página da ONG.

Entretanto apesar do desespero dos que procuravam por ela, após a fuga, pois o animal não estava acostumado a andar nas ruas. Maritaca acabou cruzando o caminho de uma família que a encontrou e mais: ganhou o coração de todos, o que resultou em adoção responsável.

Flávia Márcia Gomes a encontrou e a levou para casa. Ela começou a divulgar fotos da cadela em busca do tutor, pois o animal estava em ótimo estado físico. Foi quando Flávia soube que a Maritaca era uma cadela que vivia há dois anos em uma ONG à espera de um lar.

– Após algum tempo, chegou até nós a informação de que ela havia sido encontrada por algum ser de luz e, para nossa surpresa, já estava até dormindo em uma cama quentinha enquanto a pessoa procurava pelo possível dono nas redes sociais – comentou a ONG, SPA (Sociedade Protetora dos Animais), em uma rede social.

Flávia em entrevista ao DIÁRIO DO VALE disse que foi Maritaca quem a escolheu, além de um lar, o animal ganhou também um nome legítimo: Gerusa.

– Quando eu soube que ela era da SPA e que já estava lá há dois anos esperando por um lar, não achei justo mandar ela de volta. Ela já estava dormindo na nossa cama – disse.

Gerusa foi encontrada próximo de uma praça no bairro São João quando Flávia, o marido e outros três cachorros da família passavam pelo local. Foi quando Gerusa se aproximou deles.

– Na mesma hora pedi pra ele (marido) trazer ela até a nossa casa e deixá-la no quintal, nós tínhamos certeza que ela tinha um dono estava muito limpinha, muito bem tratada era dócil. E como a praça é próxima à pista, ficamos com medo de ela ser atropelada. Ela é uma gracinha, na hora eu não sabia como chamá-la falei vem Gerusa, ela atendeu e ficou com o nome – explicou.

Uma fugidinha que resultou em adoção: ‘Maritaca’ agora é ‘Gerusa’, membro da família 
(Foto: Arquivo pessoal)


Comente com Facebook
(O Diário do Vale não se responsabiliza pelos comentários postados via Facebook)

3 comentários

  1. Avatar

    Nosso prefeito, a exemplo de outros , deveria enviar ao legislativo projeto de lei proibindo fogos de artifício sonoros. É uma crueldade com os animais. Gratidão às pessoas que têm compaixão dos nossos irmãos de quatro patas

  2. Avatar
    LILIAN DIAS DA CRUZ VERRI

    Lindo exemplo….linda história, mas o q me entristece é essa coisa ridícula de fogos….palhaçada

Untitled Document