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Agentes comunitários de saúde passam por capacitação de combate à dengue em Barra Mansa

Matéria publicada em 20 de março de 2015, 12:18 horas

 


Barra Mansa – 

Na última quinta-feira, dia 19, a secretaria de Saúde de Barra Mansa, por meio do setor de Vigilância Ambiental e do setor de Atenção em Saúde, em parceria com o Núcleo Descentralizado de Vigilância da Saúde do Médio Paraíba, realizou a capacitação de, aproximadamente, 90 agentes comunitários de saúde, no Centro Universitário de Barra Mansa. O curso teve como objetivo habilitar os profissionais da saúde para a orientação adequada à população, em prol do combate e controle à proliferação do Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue.

A capacitação foi realizada por meio de uma equipe multidisciplinar, que contou com um biólogo, sanitarista, farmacêutico, enfermeiro e assistente social. De acordo com a gerente em vigilância em saúde de Barra Mansa, Elisabeth Larcher, o objetivo do encontro foi somar forças com os Postos de Saúde da Família. “Os agentes comunitários têm mobilidade dentro dos bairros em que atuam e a confiabilidade dos moradores, por isso a importância da parceria. São esses agentes que nos ajudam a entrar nas residências daqueles que ainda têm certa resistência ao programa”, explicou a gerente.

Segundo Elisabeth, os agentes foram capacitados para abordagem, orientação, modificação de hábitos e notificação de casos suspeitos. “Cerca de 190 agentes de saúde serão capacitados. Os que não puderam participar do curso nesta primeira data, ainda terão oportunidade em abril”, informou.

O curso teve duração de três horas, com dinâmicas, trabalhos práticos e teóricos e um roteiro amplo que abordou situações de visitas domiciliares, além de sinais, sintomas e cuidados para os casos suspeitos da doença. A iniciativa surgiu depois de uma reunião da Sala de Situação Regional da Dengue, que abrange 12 municípios do Médio Paraíba. “Dessa forma otimizamos recursos e serviços, além de ganhar tempo para que não ocorra a proliferação do mosquito”, enfatizou a enfermeira e facilitadora do Núcleo Descentralizado de Vigilância da Saúde do Médio Paraíba, Maria Aparecida Lima.

Segundo a agente comunitária de saúde do PSF Vila Elmira, Márcia Andregrinau, a grande resistência ainda se encontra nos idosos, que insistem em não colocar areia nos potes de flores. “Encontramos algumas dificuldades para que a população compreenda que pequenas atitudes podem mudar toda a situação em que vivemos”, acrescentou a agente.

 


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