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Alunos do UniFOA participam de caminhada contra a intolerância

Matéria publicada em 22 de setembro de 2018, 08:46 horas

 


Caminhada marca ato contra formas de intolerância (Isabelle Prado)


Volta Redonda – 
Alunos dos cursos de Publicidade e Propaganda e Jornalismo do UniFOA (Centro Universitário de Volta Redonda) participaram da 11ª Caminhada em Defesa da Liberdade Religiosa, organizada pela Comissão de Combate à Intolerância Religiosa (CCIR) e o Centro de Articulação de Populações Marginalizadas (CEAP), no Rio. A caminhada ocorreu no final de semana passada.

Bruna Castilho contou sobre a participação no evento: “Foi incrível poder ver tanta diversidade religiosa e cultural reunida em harmonia. Eventos assim mostram como nosso país é misto e como é importante falar sobre o respeito à cultura e escolha religiosa do outro. Eu como cristã e comunicadora me sinto na obrigação de levantar essa discussão e vivenciar experiências como essa”, disse.

O professor universitário e coordenador do Escritório da Cidadania, Dario Aragão Neto, disse que o projeto foi motivado por um encontro com a Coordenadora Regional da Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro, Luciane Torres, e a Coordenadora do Curso de Direito da UniFOA, Ursula Amorim Fraga. O encontro, segundo ele, resultou na discussão da importância de abrir o diálogo no âmbito acadêmico e a preocupação do UniFOA “com a formação de profissionais que conheçam a dimensão social, histórica e jurídica da intolerância religiosa no Brasil”.

– A ideia é que o aluno chegue ao mercado de trabalho tendo um conhecimento aprofundado sobre o tema, para que possa aplica-lo com mais propriedade na prática, independente da área em que vá atuar. Nossa região, assim como na capital e região metropolita sofre muito com o preconceito e a intolerância religiosa, em especial no que se refere às religiões de matriz afro-brasileiras. A ideia é abrir o diálogo com representantes e adeptos de outras religiões na região sul fluminense, para que cada qual conheça a outra e assim trabalhamos a alteridade e respeito entre essas associações religiosas – explicou o professor.

 


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