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Apesar da proximidade do verão, procura por biquínis ainda é fraca

Matéria publicada em 12 de dezembro de 2016, 17:03 horas

 


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Na vitrine: Vendas de biquínis para o verão e Réveillon não registram aumento
(Foto: Franciele Bueno)

Volta Redonda– Mesmo com a proximidade do verão, que tem início dia 21 deste mês, as peças fundamentais para a estação como biquínis e maiôs, por enquanto, segundo algumas lojistas, estão com baixa procura. Além da chegada do calor intenso e sol, o Ano Novo está próximo e muita gente aproveita o Réveillon no litoral. Detalhe: este ano pelo visto não vai dar praia. Segundo a proprietária de uma loja de roupas no bairro Aterrado, Josi Carneiro, as vendas de biquínis não estão boas. No ano passado, no mesmo período, a loja tinha vendido muitas peças para a estação e Réveillon.
– Este ano a procura está bem fraca, acredito que isso se deva por causa da crise, as pessoas estão sem dinheiro e economizando. No ano passado, no mesmo período, já estávamos vendendo biquínis e maiôs a todo vapor – falou.
A lojista comentou ainda que, devido à pouca procura, fez uma promoção na semana passada dando 30% de desconto à vista no biquíni, mas ainda assim não conseguiu atrair muitas clientes.
– Fiz uma promoção na semana passada dando 30% de desconto nos biquínis, mas não fomentou as vendas – disse, acrescentando que o modelo mais barato na loja está saindo por R$ 199 e pode ser parcelado ainda no cartão de crédito.
Todas as peças de biquínis e maiôs são da nova coleção de uma marca brasileira, os modelos em alta para a estação são: “levanta bumbum” e cropped.
Em uma loja de meias e lingerie, também no bairro Aterrado, o cenário de vendas é o mesmo, mas de acordo com a secretária da loja Priscila Miranda ainda existe esperança de vender bem até o ano novo.
– As mulheres ainda não estão procurando pelas peças, acredito que seja pela falta de dinheiro por causa da crise financeira, mas a nossa expectativa é de vender bem até o Ano Novo – disse, acrescentando que muitas mulheres que entram na loja acabam se assustando com o preço dos biquínis, e por isso acabam desistindo da compra. Mas Priscila revelou que as peças não tiveram aumento e o valor mais em conta de biquíni na loja sai por R$ 129 e pode ser parcelado em até cinco vezes sem juros no cartão de crédito.
– Como o dinheiro está curto, as pessoas acabam gastando com o essencial e acham a compra de roupas e acessórios supérfluo e se assustam com o preço das peças, mas os valores não aumentaram são semelhantes a do ano passado – comentou, acrescentando que as vendas no mesmo período de 2015 estavam melhores.


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6 comentários

  1. Avatar

    Excelente matéria!!! Pauta importantíssima para o atual contexto vivido pelo País. Parabéns ao Diário do Vale e a quem fez essa pauta… Realmente 2016 não poderia fechar em branco com um assunto tão relevante como este!

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    *corrigindo 3x sem juros!

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    Quem em sã consciência está pretendendo ir em Angra/ Paraty ou passar pelo Arco metropolitano ou Ponte Rio – Niterói ( para região dos lagos) com tanta violência e bala perdida???? País que deixam a bandidada fazer o que bem entende da nisto!

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      Pela tua opinião, a Região Metropolitana seria um deserto. Nenhuma linha de ônibus, nenhum automóvel ou caminhão transitariam fazendo os trajetos que vc citou… Menos, muito menos, se não vira histeria coletiva…

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      Lunático como vc ( Al Fatah) que vive só na Neverland, digo Volta Redonda, não pode discutir com quem faz esse trajeto direto!

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    Eu vou usar da colecao passada mesmo, vo compra novo nao muito caro p meu bolso esse ano….

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