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Após chuvas, moradores do bairro Voldac têm casas inundadas por lama

Matéria publicada em 21 de novembro de 2020, 17:33 horas

 


Moradores do loteamento ‘Fazenda Derrubada’ estão pedindo ajuda do Poder Público
(Foto: Redes sociais)

Volta Redonda– As chuvas fortes, que atingiram a cidade nos últimos dias, têm preocupado os moradores do loteamento “Fazenda Derrubada”, no bairro Voldac, em Volta Redonda. Muita lama, terra e cascalho desceram do morro atingido quintais de algumas casas da Rua Miguel Cervantes e da Avenida Nossa Senhora do Amparo.

Marco Antônio, o Marquinho, presidente da Associação de Moradores dos bairros Voldac, São João Batista e Jardim Caroline, procurou o MEP (Movimento Ética na Política) e expôs a situação. Ele informou que está coletando assinaturas dos moradores para enviar às autoridades pedindo providências urgentes.

–  Minha preocupação é com os moradores, suas vidas e suas casas, nosso pedido é que o Poder Público venha verificar está situação. Há um aspecto urgente – fazer uma contenção para que mais terras não desçam do morro. Estamos coletando assinaturas para mostrar a situação, e até quarta-feira, dia 23, enviaremos ao MPRJ (Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro) e ao Poder Público os documentos. Todos são bem-vindos, venha participar conosco, somar nesta luta – disse.

Necessidade de avaliação técnica

O loteamento “Fazenda Derrubada’, Cf. Processo No. MA 0066-02\2018, de agosto de 2020, refere-se à movimentação de terra com empolamento e descarte no local. Há indicadores, que o corte do talude, e recolocação de parte resíduos oriundos da Ilha São João para o loteamento tenha sido também elementos catalizadores para os deslizamentos de grande quantidade de terra e cascalho na Rua Miguel Cervantes e na Avenida Nossa Senhora do Amparo.

A equipe ambiental do MEP, ao tomar ciência do fato, e de posse de fotos e vídeos do local, boa parte já na rede social, está estudando a situação.

– Há necessidade de uma avaliação técnica, com mais dados, e claro se pense algo emergencial para conter a lama e terra, depois reavaliar outros aspectos – comentou, Silvia Real, geóloga e coordenadora da equipe ambiental do MEP.


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