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CFM quer intensificar combater às agressões a profissionais de saúde

Matéria publicada em 15 de abril de 2019, 14:50 horas

 


Profissionais da saúde estão muitas vezes expostos a situações de risco

Rio- Diante de relatos de violência contra profissionais da área de saúde, o Conselho Federal de Medicina (CFM) recorreu aos ministérios da Saúde e da Justiça e Segurança Pública.

O CFM enviou ofícios aos ministros Sergio Moro (Justiça) e Luís Henrique Mandetta (Saúde), pedindo que invistam em ações para ampliar a proteção dos profissionais. Segundo o conselho, a má alocação de recursos, inclusive por gestores públicos, contribui para o crescimento do número de agressões e abusos.

Entre os pedidos do conselho estão o reforço de policiamento nas unidades de saúde e a consolidação, por parte do Ministério da Justiça, de um relatório que reúna informações sobre os casos. O documento, argumenta o CFM, auxiliaria na elaboração de estratégias mais efetivas de combate aos ataques.

Na semana que passou, o CFM lançou uma campanha institucional, que terá como foco orientar os médicos sobre as providências que devem ser tomadas caso sejam vítimas de agressões no ambiente de trabalho.

Estudo feito pelo CFM revelou que 59,7% dos médicos e 54,7% dos profissionais de enfermagem sofreram, mais de uma vez, situações de violência no trabalho. O levantamento mostrou também que 7 em cada 10 profissionais da saúde já sofreram alguma agressão cometida por paciente ou por um familiar dele. De acordo com a autarquia, maior vulnerabilidade é observada entre os médicos que integram a rede pública de saúde do país.


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2 comentários

  1. Avatar

    Se não fizerem grosserias ou desprezo já melhora muito pra esses profissionais, podem ter certeza.

  2. Avatar

    Com toda a certeza, esta violência de que reclamam, principalmente os profissionais da área pública, deve-se à reação daqueles que sentem a péssima má-vontade em um dado atendimento por parte dos agentes públicos. O mesmo se diga, e com grande ênfase, por parte de alguns médicos (as) que não têm a mínima competência para lidar com o público carente: vêem o paciente como se fosse um poste à sua frente, e talvez nem olhem para ele durante uma consulta. Falta-lhes empatia com o paciente, tão necessária à nobre função. Os médicos que integram a rede pública é vulnerável, sim, a partir do momento em que passam a achar que estão prestando algum favor ao público-paciente. Não estão. Eles são pagos para isto e com os nosso impostos: eles são, a grosso modo, nossos empregados. Parece-me haver uma inversão de valores na matéria veiculada acima. Tenho dito!!!

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