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Defensoria entrega termo de acordo de indenização para envolvidos em acidente em Paraty

Matéria publicada em 13 de setembro de 2015, 17:54 horas

 


Rio –  O Núcleo de Defesa do Consumidor (Nudecon) da Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro apresentou na última sexta-feira (11) os termos do acordo de indenização às vítimas e parentes dos mortos do acidente com um ônibus em Paraty, acontecido no domingo, dia 6, véspera de feriado. A empresa Colitur, dona do veículo vai analisar o documento, que deverá ser assinado na próxima quarta-feira. No acidente, 15 pessoas morreram e 62 ficaram feridas.

Assim que for assinado o documento, a empresa terá até dez dias úteis para iniciar o pagamento das indenizações. O texto do acordo prevê o pagamento por danos morais e materiais individuais aos feridos e também aos parentes dos mortos. Os valores, no entanto, estão protegidos sob cláusula de sigilo.

O termo do acordo proposto pela Nudecon prevê ainda a prestação de assistência médica, psicológica e de fisioterapia a quem necessitar, além da compensação do dano coletivo com a realização de uma obra de melhoria na estrada onde aconteceu a tragédia.

De acordo com a coordenadora do Nudecon, Patrícia Cardoso, a adesão das vítimas e famílias ao acordo não é obrigatória, e quem não concordar com os valores pode entrar com uma ação individual na Justiça. Mas, de acordo com o subcoordenador do Nudecon, defensor público Eduardo Chow, “o acordo extrajudicial garante a reparação dos danos sofridos de forma rápida e eficiente, sem a necessidade de uma ação na Justiça”.


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2 comentários

  1. Em Paraty, parece que toda “desgraça é pouca”. Para que se tome alguma providência em relação ao mal serviço prestado a população, tem-se infelizmente que morrer mais de uma dezena de pessoas. Para se ter mais segurança, somente após a tentativa de homicídio contra o prefeito da cidade. Ou seja, tem que acontecer uma “desgraça” de grandes proporções para que alguma coisa seja feita. A mais de uma semana, vem ocorrendo na localidade do taquari, uma desordenada invasão as margens da rodovia. São famílias, EMPRESÁRIOS, crianças, cachorros e papagaios, realizando queimadas, derrubadas de arvores, etc. O que não consigo entender é a inércia de órgãos como INEA, IBAMA, PRF, Guarda floresta,l etc. Na estrada paraty-cunha, que vem para trazer desenvolvimento para nossa região, o IBAMA, INEA, MP e companhia ilimitada, a todo momento realizavam suas fiscalizações, impedindo por diversas vezes o andamento das obras. O que vão esperar acontecer para que se tome alguma providência? que se contruam casas para depois demolir? vão esperar que se torne um lixão a céu aberto? vão esperar que os invasores fechem a estrada com suas barricadas, e pneus queimados pedindo água, luz elétrica e asfalto, impedindo nosso direito de ir e vir? vão esperar que fechem a estrada pedindo passarela para que diminuam os atropelamentos? ou seja, vão esperar que se torne uma baderna ainda maior para que se tome alguma providência como ocorreu com a Colitur, com o atentado contra o prefeito etc etc etc.

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