sábado, 7 de dezembro de 2019

TEMPO REAL

 

Capa / Cidade / Defesa Civil de Volta Redonda dobra número de agentes para período de chuvas

Defesa Civil de Volta Redonda dobra número de agentes para período de chuvas

Matéria publicada em 12 de março de 2018, 20:06 horas

 


Atenção: O alerta somente é acionado quando chega a níveis em que a água chega à beira da via, 2,85m ou de transbordo, acima de 2,90m - Paulo Dimas

Atenção: O alerta somente é acionado quando chega a níveis em que a água chega à beira da via, 2,85m ou de transbordo, acima de 2,90m – Paulo Dimas

Volta Redonda – As frequentes chuvas que estão atingindo a nossa região, em especial Volta Redonda, obrigou a Coordenadoria Municipal de Proteção e Defesa Civil (COMPDEC) a redobrar as precauções e medidas de segurança neste período chuvoso. De acordo com o coordenador da COMPDEC, Rafael Champion, com o intuito de dar mais agilidade e um pronto atendimento nas solicitações de atendimento, nesse período de alerta, a Defesa Civil dobrou o número de agentes durante os plantões, passando a atuar com quatro funcionários durante a semana, a partir das 17 até às 8 h do dia seguinte, como também nos fins de semana.
Segundo Rafael, para melhor atender a população a COMPDEC realiza o monitoramento meteorológico, recebendo informes de órgãos oficiais como o CPTEC (Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos), INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), Cemaden (Centro Nacional de Monitoramento e Alertas e Desastres Naturais) nacional e do Rio de Janeiro, além dos alertas de cheia do Rio Paraíba do Sul, emitidos pela ANA (Agência Nacional de Águas). Lembrando que o acompanhamento é em tempo real. “Em caso de algum problema ou para tirar dúvidas, a população pode entrar em contato com a Defesa Civil pelo telefone 199”, esclareceu o coordenador.
Em relação aos locais mais propícios a alagamentos, Rafael informou que de acordo com levantamento da Defesa Civil, o ponto mais baixo próximo ao Rio Paraíba do Sul é a parte de baixo da Ponte Pequetito Amorim, que liga os bairros Aterrado e Niterói. Quando a água do rio chega a esse ponto, a passagem é interditada pela Defesa Civil e é iniciado o monitoramento.
A Defesa Civil informa que, em casos de chuva forte e deslizamento de barrancos, a pessoa que mora em uma área classificada como de risco pela Defesa Civil ou que já teve registro de alagamento ou deslizamento que possa comprometer a residência, deve seguir a seguinte orientação: pegue somente o necessário (como documento de identidade e, se for o caso, remédio controlado), se retire do imóvel, informe a defesa Civil sobre a ocorrência e procure um abrigo, um local seguro fora da área de risco. “O técnico que atender pelo telefone 199 irá orientar a pessoa que ligar pedindo ajuda”, explica Rafael.
De acordo com a Defesa Civil, a profundidade do Rio Paraíba do Sul varia conforme a época do ano, no inverno (época de seca), o medidor de profundidade embaixo da Ponte Pequetito Amorim registra até 1 metro. Já na época de cheias (muitas chuvas), se a medição for de até 2,30m, ainda se encontra em nível normal, apesar de estar cheio. O alerta somente é acionado quando chega a níveis em que a água chega à beira da via (aproximadamente 2,85m) ou de transbordo (acima de 2,90m). A coordenadoria da Defesa Civil ressalta que o Rio Paraíba do Sul não tem crescimento repentino de volume, ou seja, as cheias ocorrem aos poucos e o órgão tem tempo hábil para alertar a população.
Em relação aos afluentes do Paraíba, o coordenador Rafael destacou que no município de Volta Redonda, os rios que mais requerem atenção por parte da Defesa Civil em casos de fortes chuvas são o Córrego Brandão, o Ribeirão do Inferno e o Córrego dos Peixes.

 


Comente com Facebook
(O Diário do Vale não se responsabiliza pelos comentários postados via Facebook)
Untitled Document