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Destruição de lixeiras causa prejuízo de quase R$ 30 mil em Barra Mansa

Matéria publicada em 21 de julho de 2019, 08:30 horas

 


Somente este ano, mais de 450 lixeiras já foram danificadas e tiveram de ser trocadas ou reparadas

Lixeiras serão trocadas após sequência de atos de vandalismo em Barra Mansa
(Foto: Divulgação)

Barra Mansa- Os atos de vandalismo e depredação aos bens públicos ainda causam sérios prejuízos à prefeitura de Barra Mansa. Mesmo quando não colocam a integridade física dos próprios baderneiros e de terceiros em risco, os atos acarretam em desfalques desnecessários aos cofres públicos. Recursos que, segundo a prefeitura, poderiam ser utilizados em novas melhorias.
De acordo o coordenador de resíduos sólidos do Saae-BM, Jackson Rabello, os principais alvos dos vândalos são as lixeiras de rua. Fixadas aos postes da cidade para facilitar o descarte de lixo para quem transita pelas calçadas, são constantemente destruídas.
– Apesar dessas lixeiras serem confeccionadas à base de plástico PEAD (Poliestireno de Alta Densidade), elas são de grande fragilidade diante da truculência das ações dos vândalos. Para ter uma ideia, somente de janeiro até a presente data, estimamos que mais de 300 lixeiras já foram danificadas totalmente e outras 150 parcialmente, como consequência de atos de vandalismo ou depredações. Essa situação reflete um prejuízo de quase R$ 30 mil ao município – lamenta o coordenador.
Embora a coordenadoria de Resíduos Sólidos realize campanhas educativas constantes, os resultados ainda não são satisfatórios neste ponto. De acordo com o Coordenador de Resíduos Sólidos, a autarquia recentemente adquiriu lixeiras de concreto armado, que serão colocadas no próximo mês em pontos estratégicos na região central da cidade. “A princípio serão 170 unidades. Existe a perspectiva de posteriormente o material ser ampliado para outras localidades do município. Com isso, estaremos atendendo a necessidade de coleta de pequenas embalagens, contribuindo para manutenção da limpeza nas ruas e evitando com isso que haja mais prejuízos ao município”, disse.
Rabello lembrou ainda que o caso mais grave ocorreu em agosto de 2018, quando a estação elevatória do Saae no bairro Santa Rosa sofreu ataques com arremessos de artefatos explosivos, pedras e tijolos.

Crimes contra o patrimônio público

Já este ano, Rabello destacou três atos mais sérios de vandalismo foram registrados em abril deste ano. O primeiro na madrugada do dia 23, quando um homem sem camisa atirou uma pedra e destruiu o painel eletrônico do terminal rodoviário na Avenida Presidente Getúlio Vargas, na Beira Rio. Já na madrugada do dia 24, o Cemitério Municipal e o Fundamp (Fundo de Assistência Médica Permanente dos Servidores Públicos Municipais de Barra Mansa) foram invadidos. “No cemitério foi constatado o furto de uma motosserra, uma lixadeira e uma roçadeira costal. Já no Fundamp forma levados diversos equipamentos inclusive os computadores da recepção”, informou.


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7 comentários

  1. Avatar

    Engano seu a cidade vizinha a baixo esta a muito tempo usando sacolas de plástico no lugar das lixeiras. E até OBRA do governo destinado aos IDOSOS NO BELMONTE EM VOLTA REDONDA foram INVADIDA

  2. Avatar

    Além de feia e arcaica, Barra Mansa é reduto de vândalos, sempre foi… O pior é que muitos desses vermes vêm sujar VR também, como pode-se perceber em algumas inscrições que entregam as origens desses elementos…

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      A tua cidade, Barra do Pirai, também é feia e arcaica.

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      capeta da grota do Santa cruz

      ano quem vem sairei CANDIDATO a VEREADOR por vr …

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      Sujeito asqueroso e com seus comentários ridiculos e sempre pregando a discordia.

      Vivamos num mundo de mais Amor e muito, muito Menos intolerãncia. Qual o sentido em criar esse clima hostil entre cidades??? Cada uma tem suas peculariedades.

      Viva a liberdade, mas sinceramente alguns comentários deveriam ser revistos pela “moderação”.

      Viva sempre no caminho da Paz

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    Se os pais não educam em casa pelo menos temos que ter câmaras
    para pegar esses vândalos e punir com o rigor da Lei.
    Pobre Brasil, no mundo todo tem lixeiras e respeitam.

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