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Doutores de Esperança visitam Abrigo Municipal em Barra do Piraí

Matéria publicada em 22 de março de 2015, 16:10 horas

 


Foto: Lívia Andrade

Foto: Lívia Andrade

Barra do Piraí –

Os moradores do Abrigo Municipal de Barra do Piraí – antiga Casa da Juventude – tiveram ontem (21), um dia muito especial. O motivo: os Doutores de Esperança, acompanhados do grupo de voluntários da Igreja Adventista do Sétimo Dia, fizeram visitaram uma visita ao local . Durante o encontro, houve distribuição de pirulitos, narizes de palhaços, bolas, pinturas de rostos, recreação, teatro e muita diversão.

Segundo a orientadora social, Maria Lúcia Rosendo, além de trazer uma energia muito boa, as visitas de voluntários, como os Doutores de Esperança, ajuda na parte psicológica dos jovens.
– O trabalho é maravilhoso, além de ser bastante educativo, as crianças se sentem melhores. Dá pra perceber que eles estão muito felizes brincando, estão gostando das atividades propostas. Aqui há muitas outras pessoas que vêm fazer esse trabalho voluntário, inclusive alguns funcionários da MRS Logística – destacou.

Mas se engana quem pensa que apenas os moradores do abrigo ganham com a visita. Para a voluntária Dr. Flor, Rosileia Pacífico, o trabalho realizado é uma forma de se sentir útil, podendo por algum momento fazer pessoas sorrirem.
– Todos os plantões são maravilhosos. Mas esse em especial foi emocionante, divertido, diferente e espetacular – pontuou.

A estrutura

O abrigo atualmente é mantido pela Prefeitura de Barra do Piraí e por doações. Nele, vivem 15 abrigados e 15 funcionários contratados. Os menores estudam nas escolas públicas da cidade e, nas horas vagas, praticam atividades extras como dança, informática e xadrez, todas doadas pelo Centro Universitário Geraldo Di Biase, Clube do Xadrez e Instituto de Educação Nossa Senhora Medianeira.

De acordo com Maria Lúcia Rosendo, os alunos sempre são muito bem recebidos em todos os lugares, não havendo discriminação. Ela lembrou ainda que as crianças não são privadas dos seus direitos por morarem no abrigo.
– Aqui nós complementamos com o reforço escolar, ajudamos os alunos com seus trabalhos e deveres, saímos com eles para passear, ir ao médico e ainda participam de várias recreações – explicou.


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