Entidades cívicas e militares participam do desfile em Resende - Diário do Vale
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Entidades cívicas e militares participam do desfile em Resende

Matéria publicada em 4 de setembro de 2015, 08:10 horas

 


Resende – Escolas municipais, a Academia Militar das Agulhas Negras (Aman), Polícia Militar, Corpo de Bombeiros, Guarda Municipal, Cruz Vermelha, entre outras instituições, participam na próxima segunda-feira, do desfile cívico-militar do 7 de setembro. O evento começa às 9h, na Avenida Rita Maria Ferreira da Rocha, em frente ao Parque das Águas, no bairro Jardim Jalisco.

A Banda da Aman abrirá com o hino nacional as comemorações aos 193 anos da Independência do Brasil. Este ano a instituição desfilará com 515 componentes, mais as viaturas. Na sequencia desfilarão o 37º Batalhão da Polícia Militar, 23º Grupamento do Corpo de Bombeiros, Guarda Municipal e Cruz Vermelha de Resende.

A Fanfarra Opinião, formada por grupos da terceira idade, será a sétima instituição na ordem do desfile, seguida do 12º Distrito Escoteiro, Lions Cube de Resende, além dos pelotões Filhas de Jó, Ordem Demolay e Rotaract (membros da Maçonaria e do Rotary).

Representando a Educação desfilarão a Associação Pestalozzi com sua Fanfarra, além da Fanfarra e alunos da Escola Municipal Noel de Carvalho, que fica no bairro Nova Liberdade. O desfile terá ainda a participação de membros do REDOME (Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea), órgão do Ministério da Saúde.

Ao todo desfilarão no ato cívico cerca de 1.000 pessoas. Serão montadas tendas na Avenida para proteger o público do sol. Ao longo do percurso a estimativa é que mais de 2.000 pessoas assistam ao desfile de 7 de setembro.


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Um comentário

  1. Fatos e verdades, nós temos mesmo muito que comemorar!! Um país onde a saúde, educação, segurança, são realidades virtuais no cotidiano de seu povo, políticos e autoridades trabalham para manter a suas legitimidades independentes nos poderes com aumentos próprios de seus salários, liberdade para assaltar os cofres públicos, com imunidade e legalidade amparados pela suas leis, onde surge e ergue uma nação que o crime é oficializado pelas instituições de um executivo, congresso e legislativo que atuam em sincronismo em contramão de uma minoria que ainda busca desesperadamente a salvação de seus ideais, de organização, sistema igualitário de direito e deveres para manutenção de uma sociedade honesta e digna . Estamos sendo conduzidos a marginalização e obrigados a compactuar com todos estas imoralidades legitimando-as de próprio punho através do voto obrigatório, da imunidade parlamentar e vários outros mecanismos e mazelas em que as ferramentas encontram-se nas mãos destes politiqueiros que regem o país.

    Aos honestos, o ônus de encher os cofres da nação e pagar a roubalheira que hoje, tornou-se via de regra e, manter o tamanho de um estado político sem limites para os poderes constituídos. Então, o que temos a comemorar?

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