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Escola especializada para deficientes visuais promove encontro de ex-alunos

Matéria publicada em 28 de junho de 2018, 20:17 horas

 


Volta Redonda – Visando a inclusão e o fortalecimento de ações voltadas para os deficientes visuais a Escola Municipal Especializada Doutor Hilton Rocha realizou ontem o 2º Encontro de alunos e ex-alunos e amigos da escola, no Clube Foto Filatélico na Vila Santa Cecília. A ação contou com a participação também de mais de 60 alunos da Escola Sesi que levaram seus trabalhos do projeto ‘Novo Olhar: a diferença nos enriquece e as diferenças nos une” realizado durante o bimestre que é voltado para pessoa com deficiência visual.

Segundo Vera Lúcia Ferreira Cruz, diretora da escola Hilton Rocha, a participação dos alunos do Sesi enriqueceu o evento.

-Nosso objetivo é sempre incluir o deficiente visual na sociedade. Os alunos puderam interagir e conhecer como é o dia a dia de uma pessoa com deficiência. Eles foram visitar a escola e de lá conseguiram criar maneiras para melhorar a inclusão – disse.

A Escola Especializada Doutor Hilton Rocha fica no bairro Voldac e atende atualmente 57 alunos com deficiência visual. Para Isabel Fumian, de 21 anos, que tem apenas 5% de sua visão, passar pela escola foi muito importante para sua independência.

A troca de informações e a aprendizagem foi o que mais chamou a atenção e despertou interesse nos alunos do Sesi que apresentaram aos alunos e ex-alunos da escola especializadas a bengala elétrica, os jogos adaptados e uma radionovela.

Ao todo, mais de dez jogos adaptados foram apresentados aos alunos deficientes visuais. Além da apresentação dos jogos e dos projetos de robótica teve também uma radionovela produzida pelos alunos e uma apresentação musical com a participação das escolas.

A secretária de Educação Rita Andrade, enfatizou a parceria entre as escolas e a importância em trocar experiências.

-A educação é vivencia também. O convívio entre os alunos proporciona uma troca muito importante para o crescimento educacional de ambos. A escola especializa há anos, se dedica a incluir e prepara o deficiente visual para a sociedade, não apenas alfabetizando, mas cuidado da sua autonomia e essa atividade fomenta ainda mais esse contato e socialização – disse.

De acordo com as alunos da escola Sesi, Gabrielly Almeida e Isadora de Sá, ambas com 13 anos,  participar das atividades fez com que a turma mudasse a visão sobre o assunto.

 

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