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Espaço Afro Rua será inaugurado no Dia da Consciência Negra em Volta Redonda

Matéria publicada em 18 de novembro de 2019, 16:52 horas

 


Local de fomento ao empreendedorismo cultural abre nesta quarta-feira, dia 20, no Mercado Popular do Retiro

Volta Redonda– Em comemoração ao Dia Nacional da Consciência Negra, o Espaço Cultural Afro Rua, será inaugurado nesta quarta-feira (20). O local de fomento ao empreendedorismo cultural fica no 2º Bloco do Mercado Popular do Retiro, na Avenida Waldir Sobreira Pires, na entrada do bairro Vila Brasília. A festa de inauguração começa às 8h com início dos graffitis nos quiosques. Às 9h terá apresentação do grupo de samba Bateria Show e às 10h o prefeito Samuca Silva entrega oficialmente o local para a população.

Samuca afirmou que a abertura da Afro Rua confirma o compromisso do Governo Municipal de investir na cultura e na economia da cidade. “A iniciativa, inédita na região, tem como objetivo ressaltar o potencial dos afroempreendedores, dando oportunidade para mostrarem e comercializarem seus trabalhos. Além disso, eles passam a atuar como agentes para o desenvolvimento econômico e cultural”, falou o prefeito.

O Espaço tem 11 quiosques e a ocupação foi feita por meio de edital de seleção, realizado entre 2017 e 2018, destinado a jovens negros com projetos de empreendedorismo cultural. A seleção dos projetos ficou a cargo de uma comissão especial de jurados, com representantes da Secretaria de Estado de Cultura, Fundação Palmares, Sebrae, Secretaria Municipal de Cultura (SMC) e Conselho Municipal de Políticas Culturais.

Os candidatos apresentaram propostas de livrarias, moda, gastronomia e música, todas em diálogo com a cultura afro. Durante o período de seleção, os empreendedores receberam uma série de workshops de capacitação junto com o Sebrae, que é o grande parceiro neste projeto.

Segundo a secretária de Cultura, Aline Ribeiro, o Espaço Afro Rua tem potencial para se tornar referência em todo o Estado do Rio de Janeiro e, a longo prazo, pode se tornar um case nacional de afro empreendedorismo, economia criativa e política pública para ocupação de espaços.

“Os jovens aprovados têm a permissão de uso dos quiosques por quatro anos, um período eficiente para impulsionar o seu negócio e gerar renda. Ao mesmo tempo, o Espaço Afro Rua será uma opção de lazer e consumo de arte, um polo cultural descentralizado, ao alcance da periferia”, disse Aline.


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