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Febre amarela: Mais de sete mil pessoas já foram vacinadas em Resende

Matéria publicada em 9 de março de 2017, 21:05 horas

 


Primeira fase da campanha de imunização segue até 10 de março na zona rural e nos distritos do município

Vacina: Primeira fase da campanha de imunização segue até 10 de março (Foto: Divulgação PMR/Gerlecir Oliveira)

Vacina: Primeira fase da campanha de imunização segue até 10 de março (Foto: Divulgação PMR/Gerlecir Oliveira)

Resende – Mais de sete mil doses de vacinas contra a febre amarela já foram aplicadas em moradores, desde o início da campanha no último dia 16. A vacinação está concentrada especialmente na zona rural e nos distritos do município, parte do trecho recomendado pelo governo do estado para imunização da população. O prazo final da primeira etapa da vacinação é dia 10 de março.

A Secretaria Municipal de Saúde confirmou que há vacinas suficientes para a população local. São oferecidas 150 doses diárias para cada um dos postos de saúde participantes, que funcionam das 9h às 15h.
– A população pode fazer uso das vacinas de forma programada, já que não faltarão doses, disponibilizadas pelo Estado. É importante lembrar que não há casos da doença em nosso estado. O que estamos fazendo é uma medida preventiva e de proteção à nossa população – explicou o secretário de Saúde de Resende, Alexandre Vieira.

Bloqueio contra a febre

Resende está na zona de bloqueio da Secretaria de Estado de Saúde contra a transmissão da febre amarela, na intenção de criar um cordão sanitário nas divisas com os estados de Minas Gerais e Espírito Santo, impedindo que o vírus chegue ao Estado do Rio de Janeiro. Esta é uma medida preventiva, visto que no estado do Rio não houve registro de casos da doença nas últimas décadas. Por isso, a recomendação, neste momento, é para os moradores das zonas rurais, mais próximas a estes estados. Moradores das áreas urbanas devem fazer uso da vacina caso haja recomendação médica, como indica o Ministério da Saúde, e em caso de viagens programadas para regiões endêmicas.


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Um comentário

  1. Avatar
    Meu nome é Zé Pequeno!

    Boa ideia! Usar espaços públicos ao invés de loca-los gerando economia aos cofres públicos desde que tais locais estejam adequados.
    Isso poderia ser aplicado também no PROCON pois a demanda é grande e o espaço ficou pequeno para comportar os consumidores.
    Que tal o antigo mercado municipal?

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