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Fevre se dedica há 48 anos ao ensino público em Volta Redonda

Matéria publicada em 13 de novembro de 2016, 18:44 horas

 


Instituição possui ensino médio e técnico, além de oferecer o curso preparatório Pré-Vestibular Social

fevre

Educação:  Fevre prepara os estudantes com cursos técnicos e o Pré-Vestibular Social
(Foto: Divulgação PMVR )

Volta Redonda- Há 48 anos dedicada ao ensino público, a Fevre (Fundação Educacional de Volta Redonda), vem cumprindo com grande êxito o seu papel para manter a qualidade do ensino em Volta Redonda, e se destaca preparando os estudantes no ensino médio, com cursos técnicos e o Pré-Vestibular Social, ajudando os alunos a ingressar nas melhores escolas técnicas e universidades públicas e privadas do país.
– A Fevre é uma instituição pública municipal, que desde a sua criação ofereceu cursos técnicos sempre avaliados como excelentes pela população. Com a atual LDB (Lei de Diretrizes Básicas), o educando poderia ser preparado para o exercício de uma profissão técnica, depois de atendida a sua formação geral – afirmou o presidente da instituição, José Luiz de Sá, que completou. “A Fevre, sempre preocupada com a formação do aluno, inclusive a técnica, trouxe para Volta Redonda o Cefet, atual IFRJ, participando de uma concorrência pública em Brasília, com um projeto pedagógico que foi vencedor. Foram cedidas as antigas instalações do Colégio Professora Delce Horta Delgado (em frente ao Estádio da Cidadania Raulino de Oliveira, no bairro Jardim Paraíba), sendo que o colégio foi levado para outro local no bairro Aterrado, para que ali funcionasse o Campus Volta Redonda do IFRJ, com o qual a Fevre mantém parceria”.
Ele cita outras conquistas da Fundação Educacional de Volta Redonda.
– A unidade do Senai, localizada no bairro Aero Clube, tornou-se possível através de uma parceria, na qual o imóvel pertencente a prefeitura foi cedido em comodato para o Senai. A Fevre é parceira do Senai ainda nas instalações do Centro de Qualificação Profissional (CQP) Aristides de Souza Moreira, voltado para os cursos técnicos nas áreas da construção civil. A parceria com o governo do Estado se manteve através do convênio com a Faetec com cursos técnicos profissionalizantes nos colégios Getúlio Vargas e João XXIII, seguindo sempre o Plano Municipal de Educação – frisou.

Preparatórios

José Luiz acrescentou que além dos projetos e parcerias, a fundação ministra cursos preparatórios para o ingresso nos cursos técnicos, abertos à toda a comunidade escolar, e o Pré-Vestibular Social, aberto a todos os alunos que estão concluindo o Ensino Médio e aos que já concluíram. “Ressalto que nosso Ensino Médio, de notória excelência na avaliação da comunidade escolar, é custeado integralmente por verbas próprias da prefeitura, uma vez que os recursos do Fundeb (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação Básica) não podem ser utilizados para o Ensino Médio pelos municípios”, explicou.
De acordo com Sá, os cursos preparatórios para escolas técnicas e universidades abrem anualmente cerca de 250 vagas que são disputados por 400 a 500 candidatos.
– Os cursos têm sido tão valorizados que nas reuniões que convocamos com os pais, eles vêm em grande número, reconhecendo a importância do estudo para a aprovação dos seus filhos. Nós temos bons professores que retornam com altíssimo nível de aprovação dos estudantes na disputa com as melhores escolas e cursos particulares – destacou.
Os cursos técnicos em parceria com a Faetec (governo estadual) nos colégios João XXIII e Getúlio Vargas são de Enfermagem, Informática e Administração. Na parceria com o IFRJ (Instituto Federal de Educação) são cursos técnicos a Distância no Colégio Profª. Delce Horta. Na parceria com o Senai unidade do Aero Clube, são os cursos voltados para a construção civil, como pedreiro, carpinteiro, eletricista e outros.

Em dia

José Luiz de Sá é o 22º presidente da Fevre, e afirmou que um grande desafio na sua administração – que contou com total apoio do prefeito Antônio Francisco Neto – foi um estudo que apresentou para o parcelamento do FGTS de vários funcionários e professores da Fevre, que se aposentaram e não tinham esperanças de quando iriam receber o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço, devido ao endividamento da fundação.
O estudo foi cumprido rigorosamente pelo prefeito Neto, mostrando que a fundação depois de regulamentada financeiramente, era totalmente viável. De acordo com Sá, a dívida do FGTS era o “calcanhar de Aquiles” da instituição, que foi superada com o parcelamento aprovado e cumprido na íntegra.
– Em 2005, quando assumi, a Fevre conseguiu assinar o acordo de parcelamento do FGTS com a Caixa Econômica Federal, tendo apoio do prefeito, da Câmara Municipal, e do Sindicato dos Professores (Sinpro). A Fevre cumpriu o acordo com exceção de poucos servidores que obtiveram decisão judicial favorável para o recebimento do fundo através de precatório e mantém em dia os depósitos de FGTS para os funcionários da ativa – disse o presidente.


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Um comentário

  1. Avatar

    A diferença entre ter um administrador na frente de uma organização é a certeza de melhor eficiência.

    Se o Luiz de Sá fosse um Administrador Público talvez a FEVRE e alunos teria mais sucesso.

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