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Patrulha da Mulher é um canal de denúncia para casos de violência doméstica

Matéria publicada em 13 de agosto de 2019, 17:45 horas

 


Veículo é entregue em Barra Mansa para auxiliar no serviço de patrulhamento 
(Foto: Chico de Assis – Secom PMBM)

Barra Mansa- No mês que completou 13 anos da Lei Maria da Penha, Barra Mansa apresenta o projeto Patrulha da Mulher, viabilizado pelo prefeito Rodrigo Drable, que trouxe a partir de junho um trabalho mais especifico quando o assunto é agressão doméstica. Os números mostram aumento nos registros de denúncias, além de duas prisões, sendo uma, em flagrante de delito. A Patrulha da Mulher tem como objetivo ser um canal de denúncia dos casos de violência contra a mulher, além de fiscalizar e punir quem comete qualquer tipo de crime nesta natureza.

Até o momento, já foram feitas 180 rondas em todos os bairros, inclusive nos distritos. A iniciativa possibilitou atendimento a 20 mulheres em situação de violência doméstica, sendo que quatro delas, registraram ocorrência na 90ª DP. Os casos de necessidade de atendimento específico foram encaminhados para o Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas).
A guarnição da Patrulha da Mulher é composta por dois guardas municipais e um policial militar, necessariamente um agente é do sexo feminino. O serviço pode ser chamado pelo WhatsApp (24) 98147-9229, ou pelo telefone de plantão da Guarda Municipal (24) 3028-9339.

Uma das idealizadoras do projeto, a Guarda Municipal Priscila Rocha, destacou a importância da patrulha e falou sobre os caminhos para reduzir o número de ocorrências. – Diariamente acompanhamos vários casos de mulheres que são vítimas de diversos tipos de violência: física, moral, financeira, patrimonial e psicológica. Nós estamos aqui para dizer que essas mulheres não estão sozinhas. Inicialmente, a tendência é aumentar o número de denúncias, porque muitos casos ficam ocultos. E naturalmente, com o tempo, deve diminuir as ocorrências, pois a efetividade do atendimento e as prisões passam a inibi-las – disse Priscila.


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