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Professora reclama de parquímetros com defeito em Volta Redonda

Matéria publicada em 12 de novembro de 2014, 18:31 horas

 


Prefeitura diz que está trocando parquímetros que estão com problema

Volta Redonda

O estacionamento de rotativo está sendo alvo de reclamação. Uma professora, que preferiu não se identificar, reclamou sobre o problema que ela enfrentou na última segunda-feira, quando não conseguia tirar os tíquetes em três parquímetros da Avenida Amaral Peixoto que ela teve acesso.
– Eu estacionei meu carro e fui ao parquímetro mais próximo, vi que não estava funcionando, então fui tentando em outros, mas todos tinham o mesmo defeito: eu colocava a moeda e ela caía – explicou a professora.
Ela acrescentou ainda que, além de chegar atrasada ao compromisso, a maior preocupação de quem estaciona o veículo e não encontra um parquímetro funcionando, é levar uma multa da Guarda Municipal pelo atraso do tíquete.
– Já basta eu ter me atrasada para o meu compromisso. Mas e se nesse tempo em que fiquei procurando um parquímetro eu tivesse levado uma multa? Eles aplicam a multa e não querem nem saber se o parquímetro está estragado, não adianta nada a gente explicar, sempre somos nós que saímos perdendo. Acho uma falta de respeito – reclamou.
Ela reclamou que essas máquinas existem em vários pontos da rua, justamente para tornar o serviço mais acessível à população. Porém, o fato de não funcionarem prejudica apenas os motoristas.
– Não tenho a intenção de prejudicar ninguém, só quero que as coisas funcionem, me senti prejudicada aquele dia, eu poderia ter levado uma multa. Nós costumamos deixar tudo para lá e não corremos atrás dos nossos direitos. Não estava errada, queria pagar, mas não conseguia – comentou a moradora.
Com medo de levar uma multa pelo atraso, a professora procurou um guarda para relatar o problema. Ele teria informado que problemas técnicos com as máquinas não são da reponsabilidade da Guarda. O agente forneceu ainda o telefone do responsável pela manutenção dos parquímetros para ela entrar em contato.
– Eu perguntei ao guarda se ele poderia me ajudar, ele disse que não pode fazer nada. De início eu fiquei revoltada. Mas ele me informou o que poderia fazer e me acompanhou até o parquímetro: pegou minha moeda, esfregou na calça um pouco, e colocou, aí funcionou – contou a professora.

Posicionamento da prefeitura

Em nota, técnicos da EPD (Empresa de Processamento de Dados) informaram que os equipamentos atuais estão defasados e há dificuldade de encontrar peças de reposição. No entanto, a prefeitura afirmou que já foi iniciado um programa para a troca dos equipamentos e pelo menos quatro unidades serão trocadas por mês, tendo como prioridade os centros comerciais da cidade.


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