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Professores da Smel são capacitados para projeto ‘Eu me amo, eu me protejo’

Matéria publicada em 23 de janeiro de 2019, 18:45 horas

 


Trabalho é uma parceria entre as secretarias de Políticas para Mulheres, Idoso e Direitos Humanos (Divulgação)

Volta Redonda – Nesta quarta-feira, dia 23, os professores que estão envolvidos no projeto “Eu me amo, eu me protejo” passaram por capacitações psicológicas e aulas práticas com a ex-lutadora Érica Paes. Projeto visa trabalhar com as mulheres o enfrentamento da violência que muitas sofrem diariamente.

Esse trabalho é uma parceria entre as secretarias de Políticas para Mulheres, Idoso e Direitos Humanos (SMIDH) e de Esporte e Lazer (SMEL). Onde a intenção é ir ao foco do problema e fazer trabalhos paralelos para alocarem essas mulheres com atividades sociais e trazer novos rumos.

A secretária da SMIDH, Dayse Penna, destacou a importância do projeto. “A forma como essa parceria foi lançada desde dezembro do ano passado é muito legal. O nosso trabalho nada mais é do que o acolhimento e assistencialismo as mulheres vitimas de violências de todas as formas cometidas por homens. Através de técnicas de defesa pessoal vamos possibilitar a essas mulheres uma forma de defesa”, frisou a secretária.

A ex lutadora, Érica Paes, explicou que veio para capacitar os professores da SMEL, visto a importância e relevância do tema, mas as aulas serão ministrada pela professora Perla. “Vale lembrar que essas violências sempre são cometidas por homens, mas o nosso foco é fazer com que as mulheres saiam da vitimização e retome a autoconfiança, o brilho no olhar, a vontade de viver e saiam do estado de choque. Inserindo novamente no mercado de trabalho e levantando a autoestima. Nosso trabalho faz com que as mulheres voltem a ter coragem”, afirmou Érica.

A professora Perla Moura, é quem vai ministrar as aulas para as mulheres que sofrem violência. Além disso, o programa vai se estender para todas as mulheres da comunidade. “Ensinamos mulheres a reconhecer e se antecipar a ação de um agressor com técnicas de visualização e leitura corporal e comportamental desses criminosos em potencial. Além dessas ações, trabalhamos de forma preventiva com essas mulheres, o que afeta a vida particular delas, já que ela vai saber caso ocorra alguma ação. Ensinamos ela a sair de um risco de violência iminente”, pontuou.

Junto com esse trabalho, vale lembrar que os professores são faixa preta de alguma modalidade marcial e a capacitação deles também inclui a assessoria psicológica.


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