Regente de VR vai conduzir Orquestra Sinfônica de Minas Gerais no Dia da Consciência Negra

Maestra de Volta Redonda já está em Belo Horizonte, ensaiando com os músicos o repertório formado por composições de afrodescendentes

Por Lívia Nascimento

Foto: Secom/PMVR

Belo Horizonte – A maestra Sarah Higino, uma das coordenadoras do Volta Redonda Cidade da Música e regente da orquestra e coro do projeto, estará à frente da Orquestra Sinfônica de Minas Gerais em concerto pelo Dia da Consciência Negra, na próxima segunda-feira (20). A apresentação faz parte da série Concertos da Liberdade – Sinfônica em Concerto e acontecerá no Grande Teatro Cemig Palácio das Artes, no Centro de Belo Horizonte.

A regente, que trabalha pela primeira vez com a Orquestra de Minas Gerais, está na capital mineira desde o início da semana, ensaiando com o grupo. A fim de lembrar a luta por uma sociedade antirracista e mais igualitária, a orquestra vai interpretar um programa formado por obras de compositores negros e afrodescendentes, como o britânico Samuel Coleridge-Taylor (1875-1912) e os cariocas Chiquinha Gonzaga (1847-1935) e Anderson Alves, além de músicas com raízes históricas e artísticas afro-brasileiras, como as obras de Lorenzo Fernández (1897-1948) e Gilson Santos.

A pianista e regente vê na arte uma importante ferramenta de democratização de oportunidades e inclusão social. Ela desempenha um papel fundamental no projeto Volta Redonda Cidade da Música, que beneficia cerca de quatro mil jovens com o ensino de música – tendo coordenado, durante a pandemia, um intercâmbio entre o projeto e a Orquestra Sinfônica Nacional. Além disso, é uma defensora ativa da cultura afro-brasileira e tem participado de webnários que promovem o respeito e a luta por uma sociedade mais inclusiva.

“Considero como missão o fato de os jovens terem referências em qualquer ambiente. Então, é gratificante quando entramos em uma sala de aula e vemos crianças e jovens tocando violino, violoncelo e viola, entre outros, por notar que eles perceberam a música como uma possibilidade de vida futura, não importando a cor da pele”, disse.

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