Reunião discute últimos detalhes da clínica de hemodiálise de Volta Redonda - Diário do Vale
quarta-feira, 22 de setembro de 2021 - 10:45 h

TEMPO REAL

 

Capa / Cidade / Reunião discute últimos detalhes da clínica de hemodiálise de Volta Redonda

Reunião discute últimos detalhes da clínica de hemodiálise de Volta Redonda

Matéria publicada em 24 de agosto de 2016, 11:22 horas

 


Diretores solicitaram apoio do município para agilizar licenciamento junto à Vigilância Sanitário do Rio e Ministério da Saúde

reuniao

Empenho: Prefeito Neto disse que vai se esforçar para dar agilidade ao processo de liberação da clínica
(Foto: Divulgação PMVR)

Volta Redonda– O prefeito Antônio Francisco Neto (PMDB) recebeu na tarde de ontem, em seu gabinete, diretores da Clínica de Hemodiálise de Volta Redonda, que já está concluída no bairro Retiro – um investimento privado de R$ 7 milhões feito pelo grupo CDR, do Rio de Janeiro. O grupo solicitou ao prefeito apoio para agilizar o credenciamento da unidade pela Vigilância Sanitária do Estado do Rio, e a posterior habilitação junto ao Ministério da Saúde, últimos passos para que a clínica entre em operação.
– Essa clínica em Volta Redonda é a mais moderna e mais bem feita que temos conhecimento no Brasil, com certeza não há nada  igual no Estado do Rio. Os equipamentos são de última geração – americanos e alemães – e tudo foi feito pensando na manutenção, versatilidade, segurança e, principalmente, no bem estar dos pacientes – afirmou o diretor médico da Clínica de Hemodiálise de Volta Redonda, Murilo Tatagiba, que estava acompanhado do diretor do grupo CDR, Eufrânio José de Almeida, e da arquiteta responsável pelo projeto da unidade, Mila Tatagiba. Também acompanharam a reunião a secretária municipal de Saúde, Marta Magalhães, e assessores da Secretaria Municipal de Saúde (SMS).
Tatagiba afirmou ainda que a clínica está totalmente concluída, com todos os equipamentos necessários instalados.
– Estamos aguardando o relatório da Vigilância Sanitária do Estado do Rio para dar andamento no credenciamento junto à Secretaria de Estado de Saúde, e a posterior habilitação no Ministério da Saúde – explicou.
O prefeito Neto afirmou que vai se empenhar pessoalmente para dar agilidade ao processo de liberação da clínica, e já entrou em contato com o secretário de Estado de Saúde, Luiz Antônio de Souza Teixeira Júnior, para agendar uma visita dele à clínica, até o início da próxima semana.
– Vamos fazer de tudo para agilizar este processo junto à Vigilância Sanitária do Estado e ao Ministério da Saúde. É um desafio, mas tenho certeza que se as pessoas que tem o poder de resolver soubessem o sofrimento dos pacientes que têm que sair de Volta Redonda para fazer a hemodiálise, nos atenderiam muito rapidamente – afirmou Neto.

Mais qualidade de vida

Com a entrada em operação da clínica, que tem capacidade para atender 200 pacientes por dia, cerca de 100 pacientes renais de Volta Redonda deixarão de viajar para municípios como Barra do Piraí, Valença, Vassouras, Angra dos Reis e Paracambi, para realizar a hemodiálise, procedimento muito desgastante, já que cada sessão – podem ser até três por semana – chega a durar quatro horas. No total, 167 pacientes fazem tratamento por hemodiálise em Volta Redonda. Com a inauguração da clínica, pacientes de outras cidades do entorno também passarão a ser atendidos, já que há carência de clínicas de hemodiálise na região.
A Clínica de Diálise de Volta Redonda será uma filial de uma clínica especializada que funciona há 20 anos no Rio de Janeiro, sendo referência no procedimento. A clínica funcionará na Avenida Retiro, número 3.140.
O empreendimento tem uma área total construída de 1.475,30 metros. No primeiro pavimento ficam o saguão de atendimento, as salas para nutricionistas, psicólogos, administração, sala de emergência, sala de manutenção e preventiva, recepção, além de salas de hemodiálise separadas em dois módulos: o módulo principal com 32 máquinas e um segundo módulo com oito máquinas, para pacientes que precisam de isolamento. No segundo pavimento está localizado a parte funcional, com salas de reunião, de treinamento, divisão de tratamento da água (utilizada no tratamento), cozinha, refeitório, e banheiros masculino e feminino.
A clínica conta com um sistema de abastecimento de água reforçado, já que em cada sessão de hemodiálise são consumidos cerca de 250 litros de água. A caixa d’água principal é de 100 mil litros, mas ainda há quatro caixas d’água de 10 mil litros e uma de cinco mil litros por medida de segurança. A caixa d’água de 100 mil litros é uma exigência para garantir o funcionamento da clínica por até 48 horas, no caso de desabastecimento total. Á água passa por um tratamento especial para o uso.


Comente com Facebook
(O Diário do Vale não se responsabiliza pelos comentários postados via Facebook)

3 comentários

  1. Podiam ter se empenhado mais para manter o Hospital Santa Margarida. Agora, mesmo que a “burrocracia” passe rápido e sem interferência de autoridades públicas, vão querer faturar politicamente em cima de um investimento particular.

  2. Acho o prefeito nota dez, sou apaixonada pelo serviço que ele faz é pelo amor que tem pela sua cidade, e cada dia só melhorando cada dia mais e mais ! Parabéns prefeito!

  3. Que as pessoas citadas nesta reportagem deixem, pelo menos, este legado do bem a população de Volta Redonda e das cidades vizinhas, pois dinheiro tem de sobra para a corrupção e o que será aplicado é verba pública oriunda de impostos, tributos, taxas e etc, etc, etc…

Untitled Document