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Saúde de Resende em alerta ao vírus zika

Matéria publicada em 9 de dezembro de 2015, 21:50 horas

 


De acordo com o secretário, Daniel Brito, população precisa se conscientizar e combater o Aedes aegypti

Resende – O secretário municipal de Saúde, Daniel Brito, fez um alerta à população para a importância das medidas de prevenção contra o mosquito Aedes aegypti, que transmite os vírus da dengue, chikungunya e zika. Segundo ele, a secretaria está muito preocupada com o aumento no número de casos de microcefalia no país.

– A população precisa se conscientizar e combater os focos do mosquito em suas residências. O Ministério da Saúde confirmou que a microcefalia foi causada pelo vírus da zika, e o estado do Rio de Janeiro já registrou 13 casos. A dengue tem tratamento, mas a má formação não, é uma deformidade que vai afetar toda a vida da criança – avaliou o secretário.
De acordo com último balanço divulgado pelo Ministério da Saúde, foram notificados no Brasil, até o dia 5 de dezembro, 1.761 casos suspeitos de microcefalia. O estado de Pernambuco lidera o número de casos, com 804. Para se ter uma ideia, em todo o ano de 2014, o país teve 147 casos.
Daniel Brito lembrou que a medida de prevenção é combater os criadouros do mosquito, ou seja, evitar água parada. Por isso, a orientação é adotar todas as semanas os 10 minutos de combate, que incluem verificar vasos de plantas, calhas, caixas d’água, bandejas de ar-condicionado e outros objetos que podem acumular água.
Na avaliação da Secretaria de Saúde de Resende, a participação da população no combate às doenças é fundamental. De acordo com o secretário, é importante a colaboração dos moradores, tanto nas ações de prevenção como em aceitar a visita dos vigilantes sanitários.
– Ainda encontramos nos quintais latas, pneus, depósitos de plástico e baldes com acúmulo de água. A população precisa se conscientizar e eliminar os possíveis criadouros de suas residências. Além disso, a visita do agente é importante para orientar e verificar esses focos – ressaltou.
Brito chamou atenção também ao alto índice de reincidência: os agentes passam nas residências, encontram larvas, fazem o controle e quando retornam na inspeção seguinte, a situação continua a mesma.
– O trabalho da prefeitura não é eficaz se não houver a participação da comunidade. Nas visitas, os agentes orientam os moradores e controlam os focos do mosquito transmissor da dengue. Mas os moradores devem realizar constantemente a limpeza de seus quintais e verificar possíveis focos, como vasos de planta, entre outros – reforçou.


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