Secretaria de Saúde de Barra Mansa divulga resultado do primeiro LIRAa de 2016 - Diário do Vale
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Secretaria de Saúde de Barra Mansa divulga resultado do primeiro LIRAa de 2016

Matéria publicada em 16 de maio de 2016, 11:32 horas

 


Índice do município foi de 0,4%; baixo risco de infestação é resultado do trabalho de conscientização realizado por agentes de saúde

Zica Zero-CRIS OLIVEIRA (2)

Dengue: Foram notificados, até a ultima semana, 347 casos de dengue, com 114 casos confirmados, sem registros de óbito
(Foto: Cris Oliveira/PMBM)

Barra Mansa – O Programa Municipal de Combate à Dengue, ligado a secretaria de Saúde, divulgou o resultado do primeiro Levantamento de Índice Rápido do Aedes aegypti (LIRAa), realizado neste ano. O Índice de Infestação Predial foi de 0,4%, considerado de baixo risco para ocorrência de casos de dengue. O IB (Índice de Breteau) registrado no município também foi de 0,4%. De acordo com Flávio Lopes dos Santos, coordenador do Programa Municipal de Controle de Dengue, foram notificados, até á ultima semana, 347 casos de dengue, com 114 casos confirmados. Não há registros de óbitos pela doença.

– O Ministério da Saúde preconiza a realização de quatro LIRAas por ano. No entanto, estamos priorizando o trabalho permanente de conscientização da população, realizado pelos agentes de saúde. Com esta iniciativa e a integração entre as secretarias municipais, estamos impactando positivamente o combate ao Aedes aegypti – detalhou Flávio.

O Levantamento de Índice Rápido do Aedes aegypti de Barra Mansa foi realizado entre os dias 2 e 6 de maio, quando 3,4 mil imóveis foram visitados nas áreas urbana e rural. O coordenador de Vigilância em Saúde Ambiental, Igo de Freitas, explicou que durante a visitação foi contabilizada a quantidade de recipientes positivos nos imóveis pesquisados.

– Os quintais das residências continuam sendo os locais de maior concentração das larvas do Aedes aegypti. Também constatamos, como em levantamentos anteriores, que os focos do mosquito podem ser eliminados pelos próprios moradores. Com isso, fica evidente a importância do trabalho dos agentes de saúde, que levam informações a população sobre a necessidade urgente de mudanças de hábito para eliminar os focos do Aedes aegypti – concluiu Igo.


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