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Secretaria de Saúde promove capacitação sobre sífilis

Matéria publicada em 16 de agosto de 2019, 18:22 horas

 


Volta Redonda- A secretaria municipal de Saúde promoveu nesta sexta-feira (16), o primeiro Fórum de Diagnóstico e Manejo Ambulatorial da Sífilis Congênita de Volta Redonda, doença sexualmente transmissível. Cerca de 200 médicos e profissionais da enfermagem participaram do evento. A iniciativa foi realizada pela secretaria municipal de Saúde, através da Divisão de Vigilância Epidemiológica, Divisão de Área Técnica e Educação em Saúde e Setor de Saúde da Criança e Adolescente, no auditório do UGB (Centro Universitário Geraldo di Biase), no Aterrado.

O Fórum contou com a palestra do médico infectologista, Eduardo Rafael Ulloa Candanoza, que tratou do tema “A abordagem da sífilis congênita: diagnóstico e manejo ambulatorial” e da enfermeira coordenadora do Setor de Epidemiologia, Milene Paula Souza, que abordou o tema “Perfil epidemiológico do município de Volta Redonda”.
O prefeito Samuca Silva destacou a importância do aprimoramento profissional.
– Através das capacitações, aprimoramos nosso atendimento e, consequentemente, fazemos com que a Saúde funcione melhor como um todo. Essa é mais uma capacitação que visa a melhoria no atendimento público – disse o prefeito.

Alfredo Peixoto, secretário de Saúde, ressaltou os malefícios que a doença pode causar para gestantes e bebês.
– A sífilis é uma doença que se for adquirida durante a gestação, pode causar aborto ou malformações, quando não é tratada adequadamente durante a gravidez. Nosso objetivo é combater a incidência da doença na gestante e minimizar o número de casos de sífilis congênita – disse o secretário.

A Sífilis é uma doença sexualmente transmissível (DST) causada pela bactéria Treponema pallidum. Normalmente ela apresenta fases distintas com sintomas específicos (sífilis primária, secundária e terciária) que é intercalada por períodos latentes. Por isso, ela é conhecida por ser um mal silencioso e requer cuidados.

Durante a palestra, o médico infectologista, Eduardo Rafael Ulloa Candanoza, explicou como fazer o diagnóstico da sífilis congênita, que tipo de exames e quando são solicitados, entre outros.
– Existem muitos profissionais nas Unidades Básicas de Saúde que estão acompanhando essas crianças e que tem dúvidas quanto ao próprio diagnóstico, ao tratamento da criança e sobre os quais exames devem ser solicitados e em que momento deve ser solicitado. Essa capacitação servirá para tirar todas essas dúvidas – disse o médico.

A enfermeira e gerente da Unidade Básica de Saúde da Família do bairro Conforto, Mariana Figueiredo Guimarães, falou da necessidade de participar da capacitação.
– É um tema muito interessante, pois além de conhecer melhor a doença, podemos traçar estratégias para reduzir o número de casos – disse a enfermeira.


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