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Touca de crioterapia reduz queda de cabelo na quimioterapia em pacientes com câncer

Matéria publicada em 14 de setembro de 2020, 14:28 horas

 


Hospital Unimed Volta Redonda investe em equipamento moderno e com tecnologia de ponta

Volta Redonda- Manter a autoestima durante o tratamento de câncer não é uma tarefa simples. Quem precisa passar por sessões de quimioterapia, além de sofrer com os efeitos colaterais da medicação, também lida com a perda do cabelo. Foi pensando em melhorar a qualidade de vida dos pacientes oncológicos e minimizar o impacto do tratamento, que o Hospital Unimed Volta Redonda investiu na aquisição da Touca de Crioterapia. A tecnologia utilizada pelo serviço de oncologia da unidade permite atender dois pacientes ao mesmo tempo e tem uma alta taxa de preservação capilar, combatendo assim a queda dos cabelos, que costuma ser, principalmente para as mulheres, um dos efeitos colaterais mais devastadores.

Diagnosticada em março com um câncer de mama invasivo, Amanda Catarine Barcelos Custódio, de 33 anos, conta o pavor que sentiu ao saber que seria submetida à quimioterapia.

– A primeira coisa que passou na minha cabeça é que o cabelo ia cair e bateu um desespero. Na primeira consulta com o oncologista, eu fui informada sobre a crioterapia. Ao todo, fiz quatro sessões. Quando vi que daria para manter meu cabelo, foi uma felicidade sem tamanho. Nem acreditei. Isso mexe muito com a nossa autoestima. É aquela coisa da gente se olhar no espelho e se reconhecer – relembrou Amanda.

Conectada a uma unidade de refrigeração, a touca é colocada na cabeça do paciente cerca de 30 minutos antes e mantida em torno de uma hora e meia após a infusão dos medicamentos, dependendo do protocolo adotado.

A ampliação da capacidade de atendimento e o conceito de oferecer do diagnóstico precoce ao tratamento de câncer em um só lugar coloca o Hospital Unimed Volta Redonda como uma unidade de referência oncológica no Estado do Rio. E a aquisição do equipamento chega para oferecer aos pacientes um atendimento ainda mais humanizado, semelhante aos praticados nos principais centros oncológicos.

Entretanto, o equipamento não é indicado para todos os casos e depende de avaliação médica. A tecnologia não é utilizada em cânceres hematológicos, em quem tem alergia ao frio, em situações de metástase em couro cabeludo, radioterapia em região da cabeça, bem como no paciente com pouca tolerância ao desconforto relacionado à temperatura.

O presidente da Unimed Volta Redonda, Luiz Paulo Tostes Coimbra, afirma que esse é mais um exemplo do compromisso da Cooperativa em cuidar da saúde e bem-estar das pessoas, com o cliente sempre no centro.

– Todo o investimento feito é para assegurar a excelência dos serviços oferecidos, mas sempre com foco no paciente. Nossas ações são para que o paciente se sinta acolhido, por isso é tão importante garantir qualidade de vida para eles. Essa humanização e o atendimento centrado no cliente fazem parte do nosso Jeito Unimed de Cuidar – cultura organizacional assumida pela Cooperativa – destacou Luiz Paulo.


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